Apresentação...

Dr. Paulo Venturelli, médico homeopata atuante em clínica geral, com vínculo estatutário na Prefeitura Municipal de Curitiba desde 2012.

Homeopatia é uma especialidade médica vitalista, sendo vitalismo a doutrina que transcende às ciências físicas, químicas e biológicas, ao admitir uma força ou energia vital, ou ainda, uma essência vital, na organização estrutural e funcional dos seres vivos.

O médico homeopata é, por excelência, um generalista que também faz diagnósticos miasmáticos (miasmas são diáteses, ou em outras palavras são predisposições mórbidas) e que prescreve remédios homeopáticos, mas o homeopata pode atuar também em outras especialidades.

Alguns exemplos importantes de medicamentos homeopáticos são aqueles descritos nos primórdios dessa ciência, inclusive pelo alquimista Paracelso, mas que foram sistematizados pelo médico fundador da Homeopatia, o Dr. Samuel Hahnemann...

1) Substâncias de Origem Mineral:

a) Sulphur: Remédio muito empregado nas afecções alérgicas e nos transtornos funcionais. É o tratamento clássico de determinados estados mórbidos os quais em termos homeopáticos são incluídos na Psora, que é o miasma da predisposição aos distúrbios de caráter funcional sem que haja lesão estrutural, quer dizer, Psora é a tendência aos distúrbios de função, sem lesão, que por isso pode ser chamada de diátese funcional ou diátese disfuncional.

b) Natrum muriaticum: Medicamento frequentemente indicado em condições nervosas e depressivas. Pode ser considerado o protótipo recombinante entre a diátese psórica (superficial ou funcional) e a diátese luética (profunda ou lesional) sendo, portanto, um remédio especialmente psórico-luético.

c) Mercurius vivus (o mercúrio preparado pelas atuais técnicas homeopáticas não é tóxico): É um fármaco bem utilizado em quadros infecciosos e em transtornos por lesões estruturais, orgânicas ou mentais, mas dentro de critérios específicos estabelecidos pelo médico homeopata. É o tratamento típico do luetismo, que é a diátese lesional, chamada homeopaticamente de miasma luético ou luetismo.

d) Outras substâncias minerais: Vários outros elementos químicos e compostos de origem mineral, embora não tenham aparecido como primordiais desde a Alquimia, são também importantes e bastante úteis, a exemplo do Phosphorus (prescrito em algumas doenças respiratórias e na diátese hemorrágica, dentre outras indicações) e da Alumina (indicada em algumas afecções neuromusculares e em quadros de obstipação intestinal, dentre outras condições)... Ademais de muitos outros elementos e substâncias químicas inorgânicas.

2) Substâncias Vegetais:

Remédios de origem vegetal, como o Anacardium orientale, a China officinalis, a Cina marítima, a Staphysagria e a Thuya, por exemplo, atualmente são empregados homeopaticamente, em especial, nas afecções sicóticas...

Afecções sicóticas dizem respeito à Sicose, uma forma de diátese hiperplásica e hipertrófica, que pode ser orgânica ou mental e representa o estado intermediário entre os miasmas psórico e luético, correspondendo à combinação, mas não à recombinação, de ambas essas diáteses (o medicamento de recombinação entre a Psora e a Luese é o Natrum muriaticum, descrito no item sobre as substâncias minerais).

3) Substâncias de Origem Animal e Microbiológica:

São compostos farmacológicos que, de modo abrangente, podem ser classificados em sarcódios (de composição fisiológica) ou nosódios (de composição patológica), mas em ambos os casos tais substâncias atualmente são definidas como agentes medicinais chamados de bioterápicos.

4) Algumas Considerações Adicionais:

a) Substâncias Minerais de Origem Animal: Alguns compostos químicos utilizados em remédios homeopáticos, embora sejam de origem animal têm composições predominantemente inorgânicas, ainda que possam conter o elemento químico carbono, é o caso por exemplo, da Calcarea carbônica, que basicamente é o carbonato de cálcio oriundo das conchas de ostras. No caso específico deste remédio a indicação tradicional é referente ao miasma do artritismo, que é a diátese artrítica, um miasma de traços psóricos e sicóticos.

b) Carbono: O carbono como elemento químico é muito empregado em medicamentos homeopáticos, sendo que o Carbo mineralis (também chamado de Graphites) é um remédio ao tratamento psórico, enquanto que o Carbo vegetabilis é um remédio sicótico e o Carbo animalis é luético.

c) Indicações Gerais: Os preparados farmacológicos em homeopatia, assim como os quadros tratados por essa especialidade médica, são tipicamente trimiasmáticos, o que significa dizer que englobam os três miasmas principais, quais sejam, a diátese funcional (psórica), a diátese hiperplásica ou hipertrófica (sicótica) e a diátese lesional (luética). Porém, em via de regra, os remédios de origem mineral não metálica se aplicam bem ao miasma da Psora, enquanto que os de origem vegetal se aplicam melhor ao miasma da Sicose e os metais estão mais bem indicados no luetismo.

d) Venenos: Algumas substâncias deletérias ou venenosas são bem empregadas em Homeopatia, sem efeito tóxico, desde que preparadas pelas técnicas homeopáticas atuais e segundo as indicações médicas. São exemplos, dentre outros, a Lachesis (veneno de cobra, indicado com frequência na menopausa), o Arsenicum album (trióxido de arsênio, utilizado inclusive no miasma do cancerinismo, a diátese cancerínica) e o Radium bromatum (o bromureto de rádio é homeopaticamente bem indicado em certas afecções gotosas, mas é radioativo em condições naturais).

e) Princípio vital: os seres vivos se compõem de corpos orgânicos fundamentados em certas estruturas e funcionalidades características da vida, mas a matéria orgânica, por si, não é suficiente para explicar o fenômeno vital, por isso se faz necessária a admissão de alguma fundamentação além do conceito corporal. Essa explicação pode se restringir aos conceitos atuais de energia, sobretudo se considerarmos os avanços das ciências contemporâneas, notadamente na teoria da relatividade e na mecânica quântica, porém, ainda assim, em virtude da complexidade da vida, é coerente a admissão de uma essência que possa transcender aos conceitos meramente materiais, e essa força ou energia, por assim dizer, é a essência ou princípio vital.

5) Equação Astroquântica:

Alguns dos principais medicamentos homeopáticos se determinam pelos elementos químicos expressos nessa formulação de natureza quântica e astrofísica, que também expressa, porém de modo indireto, a importância da água na elaboração desses remédios.

A equação astroquântica é uma função matemática que engloba as equações astroatômicas e astroiônicas, as quais são expressões que tratam da proporcionalidade entre os níveis quânticos dos átomos e as órbitas planetárias do sistema solar, definindo dez estados energéticos, sendo os três últimos em níveis antimateriais, os quais, por serem antiquânticos são sequenciados em ordem inversa.

Em mecânica quântica os níveis e subníveis quânticos são descritos por estados de energia, enquanto que as grandezas físicas mensuráveis, como posição e momento das partículas, são chamadas de observáveis, sendo descritas por operadores.

Os estados quânticos são expressos fundamentalmente pelo inverso do tempo (frequência) e não há nenhum operador ao observável de tempo, então, deste modo, a evolução temporal se representa em excludente mútua, quer dizer, ou em referência aos estados (Representação de Schrödinger) ou em referência aos operadores (Representação de Heisenberg).

a) Fórmula da Equação Astroquântica:

{ S = P ( Neˉ ) / n } ↔ { S = P ( Z ) / Rn  } => A = n . S / P

Onde:

S = distância das órbitas gravitacionais ou magnéticas dos planetas ao redor do Sol (essas órbitas planetárias relativas ao Sol levam em conta que a posição do centro de massa solar varia, pelo movimento orbitário do próprio Sol); P = constante de proporcionalidade astroatômica (P = 100 c . s) = 100 (300 x 10³ km / s / s -¹); Neˉ = número máximo de elétrons de cada camada atômica; n = número quântico principal; Z = número atômico do elemento químico cujo íon tenha configuração de gás nobre (tal que Neˉ assuma a progressão em 2, 8, 18, 32 e 32 + 18 + 8 ou 2); Rn = resultante de número quântico, o que na função analítica é igual a n => Rn = n; A = número de massa atômica.

Observação 1: A água separa os íons nela dissolvidos, de modo intermaterial, mas os une de modo mesomaterial em camadas de solvatação; sendo que intermaterialidade é a combinação entre matéria e antimatéria, enquanto que mesomaterialidade é a recombinação entre matéria e antimatéria. E esse postulado de recombinação hídrica poderia explicar a "memória da água", que é um fenômeno defendido pelo cientista Luc Montagnier, ganhador do prêmio Nobel de Medicina em 2008.

Observação 2: Considerando que a memória da água é importante na homeopatia, e que os remédios homeopáticos são de origem microbiológica, vegetal e animal, bem como levando em conta que a criatura humana é um ser racional, e que a vida tem alcance universal, este estudo estabelece a seguinte classificação da atividade biológica dos átomos de hidrogênio...

§ Monotério: Atividade microbiológica (desvio necrógiro de patologia luética) com aproveitamento e reaproveitamento de bionêutrons.

§ Deutério: Atividade vegetal (desvio biógiro de patologia sicótica) com assimilação e fixação de bionêutrons.

§ Antideutério: Atividade animal (desvio mesógiro de patologia psórica) com captação de bionêutrons e de antibionêutrons.

§ Tritério: Atividade racional (desvio apeironógiro de patologia artrítica, tuberculínica ou cancerínica) com assimilação de bionêutrons, de antibionêutrons e captação complexa de bionêutrons.

§ Antitritério: Atividade transdimensional (desvio taógiro de princípio curativo homeopático) com captação complexa de bionêutrons e antibionêutrons.

Observação 3: No presente estudo hipotético do vitalismo, os corpos humanos apresentam cinco estados materiais, quais sejam, sólido, gasoso, líquido, plasmático e de pulso gravitacional ou gravitomagnético, que é o pulso de alta energia e de vasto espectro, que se propaga pelo tempo gerando um campo magnético defasado e autônomo, em relação ao campo eletromagnético originário (diferente do pulso eletromagnético, que se propaga pelo espaço e gera um campo elétrico defasado). Esse campo magnético autônomo pode ser chamado de ápeiron e é a oscilação intrínseca do espaço-tempo extrínseco (é o pulso de onda do biofóton relativo ao espaço-tempo inercial e anti-inercial).

Observação 4: Potencial de pulso gravitacional tem por significado, neste contexto astroatômico, uma propriedade de momento linear e angular específica da matéria escura (ou matéria exótica) que se contrapõe ao potencial de pulso antigravitacional, o qual por sua vez é uma propriedade de momento angular e linear correspondente, porém, específica da energia escura (ou energia exótica). A matéria exótica e a energia exótica se comportam, no contexto astroquântico, como se fossem semicondutores de silício ou germânio dopados por fósforo, arsênio ou antimônio (dopagem do tipo N) ou dopados por boro, alumínio ou índio (dopagem do tipo P).

Observação 5: Valores numéricos iguais entre números atômicos (Z) e números de massa (A) caracterizam a metameria astroatômica, que consiste no fenômeno da isomeria de compensação na qual elementos químicos diferentes apresentam uma mesma fórmula astroquântica (funcional em "Z" ou ponderal em "A") sendo metâmeros entre si, pela proporcionalidade em potencial de pulso gravitacional de seus números bariônicos, conforme a descrição do balanceamento iônico na aplicação da fórmula analítica, do item "b" a seguir.

b) Aplicação Analítica da Fórmula Astroquântica pelo Balanceamento Astroiônico: S = P ( Neˉ ) / n

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 1 e A = 2 (hidrogênio, H => n = 1 e Neˉ = 2).

S2 = 30 x 100³ km (7) / 2 = 105 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Vênus, em relação ao Sol) => Z = 7 (nitrogênio, N => n = 2 e Neˉ = 8) ou A = 7 (lítio, Li). O elemento químico nitrogênio e o lítio são metâmeros entre si.

S3 = 30 x 100³ km (15) / 3 = 150 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Terra, em relação ao Sol) => Z = 15 (fósforo, P => n = 3 e Neˉ = 18) ou A = 15 (nitrogênio-15, N). O fósforo é metâmero do isótopo 15 do nitrogênio e vice-versa.

S4 = 30 x 100³ km (32) / 4 = 240 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Marte, em relação ao Sol) => Z = 32 (germânio, Ge) ou A = 32 (enxofre, S). Os elementos enxofre e germânio são metâmeros entre si e são metâmeros do gás oxigênio (O2 => Z = 8 x 2 = 16, A = 32 e n = 2 x 2 => n = 4 e Neˉ = 32). Neste caso, Z = Neˉ.

S5 = 30 x 100³ km (61) / 5 = 366 x 100³ km (distância orbitária da zona de asteroides, especialmente do asteroide Vesta, em relação ao Sol) => Z = 61 (promécio, Pm) ou A = 61 (níquel-61, Ni => NiFe) => n = (6 + 4) / 2 => n = 5 e Neˉ = 32 + 18 + 8 = 58 (sendo que este somatório de 32 + 18 + 8 elétrons caracteriza um estado de "continuum" no quinto nível astroquântico).

S6 = 30 x 100³ km (160) / 6 = 800 x 100³ km (distância orbitária gravitacional do planeta Júpiter, em relação ao Sol) => A = 160 (gadolínio, Gd, Z = 64). De se notar que o európio (Eu, Z = 63) tem A = 151 e 153, enquanto que o térbio (Tb, Z = 65) tem A = 159 e o disprósio (Dy, Z = 66) tem A = 160 a 164, sendo todos da série dos lantanídeos.

S7 = 30 x 100³ km (337) / 7 = 1.444 x 100³ km (distância orbitária gravitacional do planeta Saturno, em relação ao Sol) => A = 337 (massa de radioplasma da formação do elemento químico brasílio, Bs, Z = 112) sendo que esse número de massa corresponde ao radioplasma associado ao elemento químico roentgênio (Z = 111 e A = 272).

S8 = 30 x 100³ km (280) / 3 = 2.800 x 100³ km (distância orbitária geral da ressonância entre os corpos celestes Chiron e Urano, em relação ao Sol) => A = 280 (massa metaestável do elemento químico brasílio, Bs, identificado como elemento químico copernício, unúmbio ou ekamercúrio, Z = 112) sendo que esse número de massa é obtido pela correspondência do somatório eletroquântico das sete camadas astroatômicas materiais (ou seja, pelo somatório dos números de cargas elétricas previstas pela fórmula Neˉ = 2n²): 2 + 8 + 18 + 32 + 50 + 72 + 98 = 280.

S9 = 30 x 100³ km (336) / 2 = 5.040 x 100³ km (distância orbitária geral da ressonância entre os planetas Netuno e Plutão, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Bs, Z = 112).

S10 = 30 x 100³ km (336) / 1 = 10.080 x 100³ km (distância orbitária geral da ressonância entre os planetas Éris e Sedna, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Bs, Z = 112).

c) Equação astroquântica integral:

Pela equação astroquântica integral a fórmula analítica corresponde somente à equação astroiônica, enquanto que a fórmula sintética corresponde somente à equação astroatômica.

c.1) Seja a fórmula complexa da função astroquântica:

{ S = P ( Neˉ ) / n } ↔ { S = P ( Z ) / Rn } => A = Rn . S / P

Onde:

S = P ( Neˉ ) / n = equação astroiônica.

S = P ( Z ) / Rn = equação astroatômica.

c.2) Seja a fórmula simples da função astroquântica:

A = n . S / P =  integração astroquântica.

Logo:

A = Rn . S / P = ʃ (fx) dx

Donde:

ʃ (fx) dx = Rn . S / P = A

Onde:

ʃ = integral indefinida.
 
A = Área geométrica formada pelo gráfico cartesiano.

(fx) = y (pela ordenada do gráfico cartesiano) = altura. Quando "y" corresponde ao espaço a força é gravitacional; quando "y" corresponde ao tempo a força é eletromagnética.

dx = variação de "x" (pelo coeficiente angular da tangente) = base.

n = número quântico principal, correspondente à função de onda (Ψ) radial da equação de Schrödinger.

Rn = Resultante ou somatório dos números quânticos, o que corresponde ao estado quântico, o qual é representado pelas funções de onda (psi) radial e angular da equação de Schrödinger.



Dr. Paulo Venturelli


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