Complementaridade Astroquântica

A complementaridade universal se manifesta no entrelaçamento da dualidade de espaço e tempo, em modalidade eletromagnética, gravito-horária e orgânico-psíquica, as quais três formas de dualidade são emaranhadas entre si e na ambivalência diferencial de cada uma delas, de modo que cada caráter inambíguo de um determinado emaranhado seja uma integral de espaço-tempo.

1) Dualidade eletromagnética: Consiste em dualidade primária, secundária e terciária, sendo incidentes em partículas fundamentais e elementares…

1.1) Dualidade eletromagnética primária: Compreende a polaridade fundamental das partículas quânticas.

1.2) Dualidade eletromagnética secundária: Trata-se de uma combinação que integra a polaridade em ressonância de giro e ressonância de vibração ou pulsação.

1.3) Dualidade eletromagnética terciária (intermediária): Apresenta intrinsecamente as ressonâncias de giro e de vibração ou pulsação em ambivalência, trivalência e tetravalência.

2) Dualidade gravito-horária (ciclocrônica): Representa as ambiguidades que se expressam pelas equações astroatômicas e astroiônicas…

2.1) Equações que representam o caráter levógiro e dextrógiro das espécies.

2.2) Equações que expressam o comportamento derivado e integral dos elementos.

2.3) Equações que correspondem às características quânticas e gravitacionais das entidades químicas e físicas.

3) Dualidade organo-psíquica: Trata-se da recombinação intermediária de todas as dualidades…

No universo existencial os fundamentos da vida, quais sejam, as moléculas e as células, se manifestam pelo mundo microscópico, enquanto o mundo quântico seja submicroscópico e o mundo gravitacional venha a ser macroscópico.

Se por um lado no nosso planeta não há seres vivos maiores do que a baleia, tendo sido extintos os dinossauros, bem como jamais terem havido maiores do que aqueles, uma vez que a ação da gravidade tende a ser esmagadora em casos de pesos extremos, por outro lado, as ações e reações submicroscópicas também podem ser muito violentas, quando consideramos a eletricidade e o eletromagnetismo do calor incandescente, sendo isso incompatível com a vida.

Deste modo, não se pode esperar que a vida se fundamente na exuberância das reações elétricas de combustão e tampouco nas massas ou densidades acachapantes. Afinal, as reações vitais são muito mais suaves, assim, a própria respiração celular, que em última análise pode ser comparada à combustão, tem de ser desacelerada e suavizada para que possa ocorrer no ambiente matricial citossólico. De modo semelhante, as grandes massas que exerçam pesos opressivos podem comportar vida extrinsecamente, ou seja, o planeta é habitado, mas não a comportam intrinsecamente, quer dizer, os seres que habitam o planeta têm corpos limitados pela própria ação da gravidade.

Em outras palavras, as partículas vitais, em seus componentes de dualidade corpuscular e ondulatória, devem ter propriedades atenuadas em relação às reações eletromagnéticas originárias, bem como relativamente às massas superpesadas, isso porque a vida se manifesta de modo microscópico, sendo intermediária entre o mundo submicroscópico e o mundo macroscópico.

4) Ontogenética Astroquântica: Na espécie humana, o concepto é chamado de zigoto até a sua implantação no endométrio, fenômeno denominado nidação, que se completa aproximadamente uma semana após a fecundação, sendo que na segunda semana de gravidez, após a implantação do zigoto, que implantado recebe o nome de blastocisto, nome o qual já recebera desde o ingresso na cavidade uterina, forma-se, então, o embrião. A partir da quinta semana de gestação tem início a organogênese, enquanto que após oito semanas de gestação o concepto recebe o nome de feto…

4.1) Parâmetro de comparação entre as camadas atômicas e os primeiros dias ontogênicos (a fecundação ou fertilização é tomada como dia zero):

a) Dia 1: Zigoto com 2 células.

b) Dia 2: Clivagem com blastômeros até 8 células.

c) Dia 3: Mórula com 18 células.

d) Dia 4: Blástula com 32 células (blastocisto livre nos mamíferos, que se divide em embrioblasto e trofoblasto).

e) Dia 5, 6 e 7: Blastocisto em continuum, nidação e blastocisto implantado.

4.2) Células-tronco: São células indiferenciadas que podem se diferenciar e formar os diversos tecidos do organismo, tendo também a capacidade de autorreplicação, isto é, da geração de cópias idênticas à célula original. Tais estruturas, também chamadas de células estaminais, podem ser totipotentes, pluripotentes ou multipotentes, oligopotentes e unipotentes…

a) Células Estaminais Totipotentes: São capazes de se transformarem em qualquer tipo de célula específica. Ocorrem no desenvolvimento do embrião até 32 células, que é o valor correspondente à mórula.

b) Células-tronco Pluripotentes ou Multipotentes: São parcialmente indiferenciadas e têm amplo potencial de transformação ou regeneração, mas não são capazes de se diferenciar em placenta e anexos embrionários. A partir de 32 células há o blastocisto, em que as células-tronco são unidades pluripotentes e estão na massa celular interna, a qual recebe o nome de embrioblasto e pode ser considerado o núcleo do embrião.

c) Células Estaminais Oligopotentes: Têm a capacidade se diferenciarem em alguns poucos tecidos específicos. São típicas de órgãos com grande poder de regeneração, a exemplo do fígado e da medula óssea na hematopoiese. Outro exemplo é o cordão umbilical.

d) Células Estaminais Unipotentes: Apenas podem se tornar diferenciadas no tecido específico a que se referem. São células-tronco em tecidos de órgãos com pouca capacidade auto-regenerativa, sendo especial o caso das gônadas, em que a renovação tem caráter avançado, pois a espermatogônia e ovogônia também são células estaminais, assim, a produção de espermatozóides e ovócitos (espermatogênese e oogênese) que começa no embrião, prossegue durante a vida adulta.

4.3) Parâmetro de comparação entre as camadas atômicas e as primeiras semanas ontogênicas:

a) Primeira semana (0 a 7 dias, protocamadas): Zigoto em blastulação… 2, 8, 18, 32 e 50 a 112 células-tronco, as quais são totipotentes na mórula (até 32 células), pluripotentes no embrioblasto do blastocisto (de 50 a 112 células) e oligopotentes no trofoblasto que origina os anexos, o qual se divide em citotrofoblasto e sinciciotrofoblasto, este último tendo importância na penetração do endométrio para a implantação do zigoto.

b) Segunda semana (7 a 14 dias, duas camadas): Após a implantação do blastocisto, há o trofoblasto que originará os anexos, além do disco embrionário do embrioblasto, o qual se diferencia em hipoblasto e epiblasto. O hipoblasto evolui para endoderma do saco vitelino e mesoderma extra-embrionário, participando, mais tarde, da formação do cordão umbilical. O epiblasto origina as camadas embrionárias… O embrião vem a ser bilaminar, com ectoderma e endoderma.

c) Terceira semana (14 a 21 dias, três camadas): Gástrula… Embrião trilaminar com endoblasto, mesoblasto e ectoblasto.

d) Quarta semana (21 a 28 dias, quatro camadas): Nêurula… Embrião vem a ser tetralaminar, pelo desenvolvimento da placa neural do cordoblasto.

e) Quinta semana (28 a 35 dias em diante): Organogênese em continuum de camadas.

4.4) Resumo das semanas ontogênicas: Podemos sequenciar as semanas de desenvolvimento gestacional humano com o seguinte esquema…

a) Semana 1: Mórula, em protocamadas.

b) Semana 2: Blástula (que é o blastocisto nos mamíferos) em duas camadas.

c) Semana 3: Gástrula, em três camadas.

d) Semana 4: Nêurula, em quatro camadas.

e) Semana 5: Organogênese, em continuum de camadas.

5) Princípio da Correspondência Astroblastoatômica: Quando se leva em conta os chamados “números mágicos”, percebe-se que há uma correlação entre o número de prótons e o número de nêutrons, a ponto de justificar uma analogia de ambos ao número de elétrons nas camadas atômicas e, deste modo, o número de bárions (prótons e nêutrons) tem conexão à estrutura geral dos átomos. Além disso, considerando a contagem do número de elétrons nos níveis quânticos (Ne-) em comparação aos números mágicos e ao número de células-tronco (CT) embrionárias nos níveis temporais, tal contagem mostra que há a correspondência entre todos esses valores.

5.1) Números mágicos: São valores numéricos referentes às quantidades de prótons e de nêutrons, em relação à estabilidade de núcleos atômicos…

“… Uma comparação mais cuidadosa das estabilidades levou a conclusão que: ‘são muito estáveis os núcleos que possuem números de prótons e / ou nêutrons iguais a 2, 8, 20, 50, 82 e 126’. Esses números passaram a ser chamados de NÚMEROS MÁGICOS…” (Feltre, R. Yoshinaga, S. – Química. São Paulo, Editora Moderna, 1980 2v).

OBSERVAÇÃO: A relação completa dos números mágicos nucleares é: 2, 8, 20, 28, 50, 82 e 126 (Sears, Zemansky, Young e Freedman. – Física IV. SP, Pearson Education do Brasil, 2009).

“… Nesta altura os cientistas Mayer e Jensen fizeram a seguinte analogia: Nas camadas atômicas, existem ‘números mágicos’ de elétrons; são os números 2, 10, 18, 36, 54 e 86, que completam as camadas eletrônicas dos gases nobres, conhecidos por suas estabilidades químicas. Se nos núcleos atômicos também aparecem ‘números mágicos’, é porque o núcleo também apresenta uma ‘estrutura em camadas’…” (Feltre e Yoshinaga, 1980).

5.2) Classificação astroblastoatômica: No zigoto, a mórula ocorre no 3º dia ontogênico, em que o concepto tem menos de 32 células; enquanto que o blastocisto ocorre no 4º dia, a partir de 32 células. Contudo, o blastocisto evolui até 140 células, em relação à massa celular interna de 58 células, sendo que este embrioblasto é pluripotente (pois não origina os anexos) e as demais células constituem o trofoblasto e são células-tronco embrionárias oligopotentes, que formarão a placenta e os anexos embrionários…

Sejam, então, as duas modalidades de classificação, segundo a contagem de “números mágicos”…

a) Números de Elétrons nas Camadas Atômicas:

1ª Camada: 2 = número mágico nuclear.

2ª Camada: 8 = número mágico nuclear.

3ª Camada (sintética): 28 = número mágico nuclear.

4ª Camada: 32 (o número mágico eletrosférico é 36).

5ª Camada (analítica): 50 = número mágico nuclear.

b) Números de Células-tronco Embrionárias:

1º Dia (zigoto): 2 = número mágico nuclear.

2º Dia (blastômeros): 8 = número mágico nuclear.

3º Dia (mórula): 28 = número mágico nuclear.

4º Dia (blastocisto): 50 = número mágico nuclear.

5º Dia (sinciciotrofoblasto): 82 = número mágico nuclear.

5.3) Embriologia Histológica: A proliferação citológica ocorre de dentro para fora e não de fora para dentro, assim, as primeiras células são mais internas, mais próximas ao princípio vital, enquanto que as células recentes são mais externas e mais afastadas do “núcleo vital”, sendo que tal disposição é cultivada proporcionalmente desde a blastulação até a organogênese, passando pela gastrulação e pela neurulação…

O estudo correlativo dos elementos astroatômicos com a embriologia permite que se entenda a importância da equação astroquântica na “indução” de células-tronco, através do ligamento e desligamento dos genes. Essa indução é explicada aqui, por textos retirados de um clássico do ensino médio (2º grau) brasileiro, o livro de Sérgio Linhares e Fernando Gewandsznajder…

Linhares e Gewandsznajder. – Biologia (2º Grau). Volume Único. São Paulo, Editora Ática, 1990:

“… Sabe-se hoje que certas células do embrião produzem substâncias capazes de “ligar” os genes de outras células, determinando assim seu destino embrionário. Um trabalho pioneiro nesse campo foi realizado por Hans Spemann (1869-1941), prêmio Nobel de Medicina em 1935…”

“… Spemann concluiu, assim, que o mesoderma dorsal pode induzir qualquer região do ectoderma a se transformar em sistema nervoso. O fenômeno foi chamado indução…”

“… A diferenciação celular resulta, pois, da interação entre os genes e essas substâncias químicas. Quais são estas substâncias e exatamente como agem ainda não sabemos.”

OBSERVAÇÃO: Pode-se considerar o cordoblasto como sendo um folheto embrionário à parte, constituído por uma porção neuroectoblástica (tubo neural e crista neural) e uma porção mesenquimal do mesoblasto (notocorda). A notocorda dá origem à coluna vertebral.

a) Folhetos Embrionários Clássicos: Sejam as camadas germinativas da Gastrulação (3ª semana degestação) durante a Organogênese (5ª a 8ª semanas de gestação)…

a.1) Ectoderma ou Ectoblasto: O ectoderma embrionário, ou seja, o ectoblasto, é o tecido que origina a epiderme, os fâneros cutâneos e o neuroectoderma (crista neural e tubo neural). Além dos revestimentos da boca, do nariz e do ânus (ar).

a.2) Endoderma ou Endoblasto: Endotélios do aparelho respiratório, da bexiga, da uretra e da vagina, além do aparelho digestivo com seu tecido endócrino do fígado e do pâncreas (água).

a.3) Mesoderma ou Mesoblasto: Tecido conjuntivo (incluindo hematopoiético e mesotélios ou serosas), sistema reprodutor e tecido muscular (calor, fogo)…

Este folheto intermediário recebeu seu título em item posterior ao tecido do endoblasto, por seqüência cronológica, e não por posição anatômica, pois por posição anatômica se encontra entre o ectoblasto e o endoblasto.

Ademais, é muito interessante observar, que o mesoderma organiza os primórdios dos tecidos mesenquimais, importância esta sugerida por Aristóteles (citação nas primeiras páginas do livro de Moore e Persaud. – Embriologia Clínica. Rio de Janeiro, Editora Guanabara Koogan, 2000): “Aquele que vê as coisas crescerem desde o início terá melhor visão delas” (Aristóteles. 384-322 a.C).

Sendo interessante também a célebre frase do filósofo grego que propôs a manifestação do ápeiron: “Onde estiver a origem do que é, aí também deve estar o seu fim, por decreto do destino” (Anaximandro de Mileto, séc. VI a.C, extraído da internet, com adaptação livre de vários sites, inclusive em “Yahoo Respostas”, acessado o site em 28 de dezembro de 2018).

b) Cordoblasto: Proposto pelo homeopata francês Marcel Martiny… Folheto embrionário composto pelo ectoblasto (tubo e crista neurais) e pelo mesoblasto (notocorda) que origina a complexidade do sistema nervoso nos animais do ramo Cordata, notadamente, nos seres humanos. O cordoblasto forma a vértebra (terra) nos chamados “animais superiores”.

5.4) Elementos Astroatômicos e Folhetos Embrionários: O embrioblasto, ou massa celular interna, que se forma no embrião na fase de blastocisto, ou blástula, em contrapartida da “massa celular externa”, ou trofoblasto, dá origem aos três folhetos embrionários primitivos na fase de gástrula, durante a terceira semana de gestação…

O embrioblasto (massa celular interna) origina o disco embrionário trilaminar da terceira semana, o qual é constituído pelo endoblasto (ou endoderma), o ectoblasto (ou ectoderma) e o mesoblasto (ou mesoderma). Sendo que posteriormente, já na quarta semana, forma-se o neuroectoblasto (a partir do ectoblasto) e este dá origem ao tubo neural e à crista neural. O cordoblasto pode se definir como sendo a combinação entre o neuroectoderma (crista neural e tubo neural) e o mesoderma dorsal (notocorda). A organogênese ocorre entre a quarta e a oitava semanas de gestação, sendo que na nona semana o concepto passa a se denominar feto.

Quando em uma substância cada um de seus íons, ou seu componente principal é definido por um elemento químico expresso na equação astroatômica analítica ou na equação astroatômica sintética, ou ainda, nas equações astroiônicas, trata-se de um elemento astroatômico ou astroiônico. Tomando-se os elementos astroatômicos como medicamentos homeopáticos, cada um desses medicamentos estará associado a uma camada atômica, mas também a uma constituição orgânica e a um miasma puro ou combinado. A combinação matemática dos elementos astroatômicos constitucionais, de correlação miasmática pura, resulta em elementos de correlação miasmática combinada, com ou sem caráter constitucional, conforme a seguir…

a) Uranium nitricum (Z = 92): Constituição sulfúrica, temperamento sanguíneo e morfofisiologia nitrogenoide, carbonitrogenoide ou fosfonitrogenoide, de correlação diatésica ao miasma puro da Psora e correspondência astroatômica à quinta camada atômica… Ne¯ (número de elétrons) = 32 (peso atômico do enxofre, remédio Sulphur, daí a constituição sulfúrica de morfologia nitrogenoide) + 18 + 8 (oxigenoide e fosfórica) ou 2 (hidrogenoide e carbônica).

b) Cerium oxalicum (Z = 58): Constituição carbônica, temperamento linfático e morfofisiologia hidrogenóide, de correspondência diatésica ao miasma puro da Sicose e correlação astro-atômica ao nível quântico continuum (representando a quarta camada atômica por ser do mesmo grupo do neodímio, a saber, o grupo dos metais lantanídeos, o que justifica que o Cerium represente o neodímio e a quarta camada atômica)… Ne¯ = 32. A constituição carbônica aqui se explica pela fotomeria cério-carbônica.

c) Niccolum metallicum (Z = 28): Constituição fluórica ou silicata, temperamento nervoso e morfofisiologia halogenoide ou metaloide, de correlação diatésica ao miasma puro da Sífilis e correspondência astroatômica à terceira camada atômica… Ne¯ = 18.

d) Stannum metallicum (Z = 50): Constituição fosfórica, temperamento biliar e morfofisiologia oxigenoide, de correspondência ao miasma combinante do Tuberculinismo e correlação astroatômica à combinação entre a quinta camada atômica (Ne¯ = 32) que é o nível quântico da Psora e a terceira camada atômica (Ne¯ = 18) que é o nível quântico da Luese…

d.1) Psora + Sífilis = Tuberculinismo:

Quinta camada atômica (Psora) pela equação analítica = 32 elétrons.

Terceira camada atômica (Sífilis) pela equação analítica = 18 elétrons.

d.2) Número atômico do elemento astroatômico tuberculínico: Z = 32 + 18 = 50 (estanho).

e) Osmium (Z = 76): Combinação do miasma puro da Psora (Z =92) com o miasma puro da Sicose (Z = 60)…

e.1) Psora + Sicose = Artritismo:

Quinta camada atômica (Psora) pela equação sintética: Z = 92.

Quarta camada atômica (Sicose) pela equação sintética: Z = 60.

e.2) Número atômico do elemento bioquântico artrítico ou reumático: Z = 92 + 60 / 2 = 76 (ósmio).

f ) Radium (Z = 88): Combinação entre o miasma puro da Sicose (Z = 60) e o miasma puro da Sífilis (Z = 28)…

f.1) Sicose + Luese = Cancerinismo.

Quarta camada atômica (Sicose) pela equação sintética: Z = 60.

Terceira camada atômica (Sífilis) pela equação sintética: Z = 28.

f.2) Número atômico do elemento bioquântico cancerínico (e cancerígeno): Z = 60 + 28 = 88 (rádio).

g) Platina (Z = 78): Combinação entre o miasma puro da Sicose (Z = 60) e o miasma puro da Sífilis (Ne¯  = 18)…

g.1) Sicose + Sífilis = Cancerinismo.

Quarta camada atômica (Sicose) pela equação sintética: Z = 60.

Terceira camada atômica (Sífilis) pela equação analítica: Ne¯ = 18.

g.2) Número atômico de elemento bioquântico cancerínico complementar: Z = 60 + 18 = 78 (platina) sendo que o medicamento é chamado também de Platinum.

h) Baryum (Z = 56): Recombinação do miasma puro do luetismo…

h.1) Luetismo + Luetismo = Aidetismo.

Terceira camada atômica (Sífilis) pela equação sintética: Z = 28.

Terceira camada atômica (Sífilis) pela equação sintética: Z = 28.

h.2) Número atômico do elemento bioquântico do aidetismo: Z = 28 + 28 = 56 (bário) – Baryum carbonicum para os tipos hidrogenóides, Baryum muriaticum para os tipos oxigenóides e Baryum iodatum para os tipos intermediários.

i) Palladium (Z = 46): Recombinação do miasma puro do luetismo…

i.1) Sífilis + Sífilis = Aidetismo.

Terceira camada atômica (Luese) pela equação sintética: Z = 28.

Terceira camada atômica (Luese) pela equação analítica: Ne¯ = 18.

i.2) Número atômico do elemento bioquântico complementar do aidetismo: Z = 28 + 18 = 46 (paládio).

5.5) Constituições pela embriologia astroquântica: Segundo a médica homeopata Anna Kossak-Romanach (Homeopatia em 1000 Conceitos. São Paulo, Elcid, 1993) a constituição é uma resultante fenotípica do genótipo individual e de acordo com a médica psiquiatra Katia Mecler (Psicopatas do Cotidiano. Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2015) a personalidade resulta da interação entre o temperamento herdado geneticamente e o caráter regulado biologicamente…

a) Constituição Sulfúrica (Uranium nitricum): Ligação inerente, mas não obrigatória, ao temperamento sanguíneo descrito por Galeno, a partir do conceito humoral de Hipócrates, que é correlacionado ao “elemento ar”.

a.1) Diátese: Homeopaticamente conexo ao miasma da Psora e ao folheto embrionário do ectoderma citado por Sheldon. E embora Michaud correlacione Uranium nitricum ao “elemento ar”, dá outra correspondência dos “elementos astrológicos”, a saber, água, terra, fogo e ar, com a descrição das diáteses.

a.2) Morfofisiologia: Tipo carbonitrogenoide de Grauvogl (de fato, a patogenesia de Uranium nitricum, que é equivalente a de Uranium metallicum, mostra um metabolismo que vai vigorosamente dos compostos de carbono aos derivados nitrogenados).

b) Constituição Carbônica (Cerium oxalicum): Ligação preferencial ao temperamento hipocrático-galênico da linfa, correlacionado ao “elemento água”.

b.1) Diátese: Homeopaticamente vinculado ao miasma da Sicose e ao folheto embrionário do endoderma descrito por Sheldon.

b.2) Morfofisiologia: Tipo hidrogenoide de Grauvogl. As indicações de Boericke e Nilo Cairo, do Cerium oxalicum para “dismenorréia em mulheres robustas e gordas”, deixa bem nítida a constituição carbônica.

c) Constituição Fluórica (Niccolum metallicum): Ligação frequente ao temperamento hipocrático-galêncico nervoso, correlacionado ao “elemento terra” (proporcionalidade astroatômica do planeta Terra).

c.1) Diátese: Homeopaticamente correlato ao miasma luético e ao folheto embrionário do cordoblasto proposto por Martiny. Dentre outros, Boericke e Vannier falam de “pacientes nervosos” na descrição de Niccolum metallicum.

c.2) Morfofisiologia: Tipo oxigenoide de Grauvogl (tipo halogenoide da atualidade).

d) Constituição Fosfórica (Stannum metallicum): Ligação predominante, mas não exclusiva, ao temperamento bilioso, correlacionado ao “elemento fogo”.

d.1) Diátese: Em homeopatia está associado ao miasma tuberculínico e ao folheto embrionário do mesoblasto descrito por Sheldon. Max Tétau indica Stannum metallicum em 9 a 30 CH para o tuberculinismo.

d.2) Morfofisiologia: Tipo oxigenoide propriamente dito.

6) Reclassificação Sistêmica: Pela classificação química em geral, matéria é tudo aquilo que ocupa lugar no espaço e tem massa, sendo que massa é uma grandeza escalar que determina a inércia e o peso da matéria (grandeza é atributo de fenômeno, corpo ou substância, ou seja, é tudo aquilo que pode ser aferido). No contexto astroatômico, todavia, esses conceitos são distintos no sentido de apresentarem correspondência aos princípios aristotélicos, compatibilizando-os à abordagem terapêutica de Paracelso…

6.1) Matéria: Terra (princípio sólido)… Sistema orgânico de sustentação, típico dos vertebrados, sendo originário do cordoblasto e constituído principalmente pelos tecidos conjuntivos (ósseo, cartilaginoso, denso, frouxo e, em menor escala, parcialmente o tecido adiposo). Tem analogia ao exoesqueleto de quitina dos artrópodes, mas neste último caso, a sustentação é precária e os animais apresentam pequeno porte.

6.2) Antimatéria: Ar (princípio gasoso)… Sistema orgânico de oxigenação, originário do ectoblasto e constituído principalmente pelo aparelho respiratório (nariz, boca, traqueia, brônquios e pulmões).

6.3) Intermatéria: Fogo (princípio fotônico)… Sistema calórico do organismo, de caráter metabólico, que tem sua origem no mesoblasto e é formado essencialmente pela musculatura lisa e esquelética (sistema neuromuscular).

6.4) Mesomatéria: Água (princípio líquido)… São os humores sistêmicos, o que levou Paracelso a refutar a teoria galênica temperamental, visto que a teoria hipocrática humoral se aplicaria apenas ao elemento aquático e não aos quatro elementos aristotélicos. O sistema humoral se origina do endoblasto e se constitui principalmente do aparelho digestivo e dos sistemas circulatório e endócrino.

6.5) Metamatéria: Plasma (princípio ou energia vital)… Trata-se do equilíbrio dinâmico do sistema plasmático vital. Pode estar associado a um possível metablasto com alto poder regenerativo.

7) Conclusão: “O caráter complementar da descrição quântica se expressa claramente quando se explicam a composição e as reações dos sistemas atômicos… Somente numa descrição complementar, que transcenda o âmbito conceitual da natureza, é possível encontrar lugar para as regularidades fundamentais que respondam pelas propriedades das substâncias que compõem nossos instrumentos e nossos corpos”. (Niels Bohr em trecho do artigo intitulado “A Ciência Física e o Problema da Vida”, extraído do Livro “Física Atômica e Conhecimento Humano” – Tradução de Vera Ribeiro – Editora Contraponto, Rio de Janeiro, 1995).





 
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