Equações Astroatômicas e Astroiônicas...

1) Fórmula Geral:

Seja, a seguir, a expressão matemática geral das equações astroatômicas e astroiônicas...

S = P (carga elétrica) / (estado quântico)

Onde:

S = distâncias das órbitas planetárias em relação ao Sol.

P = constante de proporcionalidade astroatômica.

(carga elétrica) e (estado quântico) são variáveis de acordo com a análise ou síntese de camadas atômicas.

2) Definição Geral:

Equações astroatômicas e astroiônicas são equações que tratam da proporcionalidade matemática entre os níveis quânticos dos átomos e as órbitas planetárias do sistema solar, definindo dez estados energéticos.

Foram desenvolvidas por analogia entre a equação da gravitação universal (lei de Newton) e a equação da interação eletrostática (lei de Coulomb), o que pressupõe que a relativização de massa (da teoria de Einstein) se encontra em equilíbrio dinâmico entre duas dimensões opostas e complementares, conforme o princípio da complementaridade, de Niels Bohr.

Gravitação universal (de Newton) e conservação da massa (de Antoine Lavoisier) são relativas, conforme exposto pela teoria da relatividade (de Albert Einstein), entretanto, a própria teoria da relatividade também é relativa.

A velocidade da luz, que é aproximadamente igual a trezentos mil quilômetros por segundo (c = 300 x 10³ km / s) foi considerada constante pela teoria restrita da relatividade, de Albert Einstein, o que de fato se verifica para a dimensão espaço-temporal. Todavia, na inversão do espaço-tempo, surge a constante astroatômica, que é cem vezes maior do que a velocidade da luz:

P = (100 c) / s -¹ (cem vezes a velocidade da luz em quilômetros por segundo e pelo inverso de um segundo) = (30 x 100³ km / s) / s -¹.

3) Equação Astroatômica Sintética:

A equação astroatômica sintética trata da síntese entre um nível quântico antecedente e outro nível quântico sucedente.

3.1) Definição Sintética das Equações Astroatômicas:

Na equação astroatômica sintética cada nível quântico é observado em função do número atômico, que é o que identifica um elemento químico, de modo que o número de elétrons e prótons seja cumulativo entre uma camada e outra.

3.2) Fórmula Matemática Sintética:

S = P ( Z ) / Rn

Onde:

S = Distância das órbitas gravitacionais dos planetas ao redor do Sol (estes valores orbitários levam em conta o centro de massa solar em posição fixa).

P = constante de proporcionalidade astroatômica = 100 c . s (cem vezes a velocidade da luz multiplicada por segundo => P = (30 x 100³ km / s) . (s) sendo o tempo em segundos uma grandeza vetorial de natureza funcional.

Z = número atômico a cada nível quântico.

Rn = resultante de número quântico do elétron mais energético de cada camada atômica (que é o somatório de número quântico principal, “n”, de número quântico secundário, “L = n - 1”, e de número quântico spin, “s” ou “ms” = - 0,5 ou + 0,5). O número quântico magnético, “mL”, se anula entre as dimensões opostas do espaço-tempo.

3.3) Níveis Quânticos (5 camadas materiais com 5 camadas antimateriais são totalizadas, então, em 10 estados energéticos astronômicos correspondentes aos 10 estados energéticos atômicos, nesta proporcionalidade direta de cem vezes a velocidade da luz pelo inverso do tempo):

As equivalências entre os números de elétrons e os números atômicos em primeira instância, ademais das equivalências entre os números atômicos e as massas atômicas, de mesmos valores numéricos, ou de valores numéricos aproximados, configuram o fenômeno de isomeria astroatômica que é tema de estudos destas equações, mais adiante (e por conta deste fenômeno os números de massa podem ser expressos em valores fracionários).

Sejam, assim, as camadas atômicas e o número máximo de elétrons (e consequentemente de prótons, o que leva ao número atômico “Z” e, posteriormente, ao número de massa “A” pela propriedade periódica dos elementos químicos, em que o número atômico e o número de massa são grandezas diretamente proporcionais na tabela atômica periódica)...

Camada K (1º nível quântico): 2 elétrons, Z = 2 (hélio) ou A = 2 (hidrogênio, Z = 1)... E esta equivalência entre o número atômico e a massa atômica, que se aplica pela propriedade periódica da razão direta entre número atômico (Z) e número de massa (A), indica que o único elemento químico que apresenta determinado nuclídeo de massa igual a duas unidades é o hidrogênio, H.

Camada L (2º nível quântico): 8 elétrons (mais dois elétrons da camada anterior resultam em 10 elétrons), Z = 10 (neônio) ou A = 10 (boro, Z = 5). Aqui vale notar que embora o número de massa do boro possa ser A = 10, ainda assim, sua massa atômica real corresponde ao valor de A = 10,8 (e com isso a aplicação astroatômica é exata).

Camada M (3º nível quântico): 18 elétrons (mais 10 elétrons das camadas anteriores resultam em 28 elétrons), Z = 28 (níquel) ou A = 28 (silício, Z = 14). E quando se leva em conta o número de massa atômica resultante pela média aritmética da conformação SiAl (silício e alumínio => A = {28 + 27} / 2 => A = 27,5) então a aplicação se torna muito mais exata. 

Camada N (4º nível quântico): 32 elétrons (mais 28 elétrons das camadas anteriores resultam em 60 elétrons), Z = 60 (neodímio) ou A = 60 (níquel, Z = 28).

Camada O (5º nível quântico): 32 elétrons (mais 60 elétrons das camadas anteriores resultam em 92 elétrons), Z = 92 (urânio, o elemento de maior número atômico encontrado na Natureza) ou A = 92 (tecnécio, Z = 43).

Camadas P e Q: São níveis quânticos antiparticulares, são níveis quânticos antimateriais ou níveis antiquânticos (que definem a antimatéria).

3.4) Aplicação Matemática SintéticaS = P (Z) / Rn

S1 = P (2) / 1,0 = 60 x 100³ km (proporcionalidade de hélio e hidrogênio em relação à distância do planeta Mercúrio ao Sol).

S2 = P (10) / 3,0 = 100 x 100³ km (proporcionalidade de neônio e boro em relação à distância do planeta Vênus ao Sol).

S3 = P (28) / 5,5 = 152 x 100³ km (proporcionalidade de níquel e silício em relação à distância do planeta Terra ao Sol).

S4 = P (60) / 7,5 = 240 x 100³ km (proporcionalidade de neodímio e níquel em relação à distância do planeta Marte ao Sol).

S5 = P (92) / 8,5 = 325 x 100³ km (proporcionalidade de urânio e tecnécio em relação à distância do cinto de asteroides ao Sol). Aqui, neste “contínuo quântico sintético”, há uma relação de plasma do tecnécio (Tc, Z = 43 e A = 92) com o núcleo radioativo do urânio (U, Z = 92 e A = 235 a 238).

OBSERVAÇÃO: Vale notar que o urânio (Z = 92 e A = 238) é o elemento químico de maior número atômico encontrado na Natureza.

4) Equação Astroatômica Analítica:

A modalidade de equação astroatômica que trata da análise separada de cada um dos níveis quânticos é a equação analítica.

4.1) Definição Astroatômica Analítica:

A equação astroatômica analítica leva em consideração o átomo desmembrado em suas camadas atômicas, cada uma das quais tomada pela respectiva identidade eletrônica, ou seja, pelo número máximo de elétrons em cada camada, o que permite a observação da interdimensão no quinto, sexto e sétimo níveis quânticos. E sendo tomadas as camadas atômicas desmembradas analiticamente, então, inviabiliza-se a distribuição em subníveis e orbitais, ficando a resultante de número atômico o próprio número quântico principal.

Uma vez desmembradas as camadas, a expressão do número atômico será a própria identidade eletrônica de cada camada, independente de suas antecessoras. Desse modo, debitando-se os estados magnéticos da grandeza de resultante número quântico, tais estados energéticos serão creditados à grandeza espaço. Por esse motivo, o valor de “S” fornecido pela equação astroatômica analítica será a distância das órbitas magnéticas dos planetas ao redor do Sol e essas órbitas magnéticas das aplicações analíticas levam em conta que a posição solar também é variável, visto que o Sol apresenta seu próprio movimento orbitário.

4.2) Fórmula Analítica das Equações Astroatômicas:

S = P ( Neˉ ) / n

Onde:

S = distância das órbitas magnéticas dos planetas ao redor do Sol (as órbitas magnéticas levam em conta que a posição do centro de massa solar varia pelo movimento orbitário do próprio Sol).

P = constante de proporcionalidade astroatômica (P = 100 c . s) = 100 (300 x 10³ km / s) . s.

Neˉ = número máximo de elétrons da camada atômica.

Rn = n => número quântico principal.

4.3) Níveis Quânticos:

Admite-se que à medida que o número quântico principal, “n”, cresce, a diferença de energia entre um estado quântico e outro diminui, tendendo a um “continuum”; pois bem, tomando-se assim os três últimos níveis energéticos, a saber, o quinto, sexto e sétimo níveis quânticos (camadas O, P e Q) como um estado de energia continuum, tem-se que o número quântico principal será “n = 5” em que “Neˉ” será dado pelo somatório de suas camadas.

O somatório máximo de elétrons desse estado quântico de “continuum em n = 5” será 32 (elétrons da camada O) + 18 (elétrons da camada P) + 8 (elétrons da camada Q) = 58 elétrons (Neˉ = 58).

Isto é, a energia sendo quântica não pode ser contínua, portanto, a tendência a esse estado “continuum” (essa tendência se admite na física moderna) só pode ser admitida se for definido o quantum da camada atômica que assimila essa tendência ao continuum, ou seja, o nível quântico dessa tendência, no caso, n = 5 e Neˉ = 58. No entanto, o somatório de elétrons do estado “continuum” pode ser continuamente maior, que ainda assim, aplica-se à distância magnética do cinto de asteroides ao Sol, visto tratar-se de uma vasta região espacial entre os planetas Marte e Júpiter.

No átomo eletricamente neutro o número de prótons é igual ao número de elétrons e está em razão direta da massa atômica.

Sejam, assim, as camadas atômicas e o número máximo de elétrons (e consequentemente de prótons, o que leva ao número atômico “Z” e, posteriormente, ao número de massa “A” pela razão direta da propriedade periódica dos elementos químicos)...

Camada K (1º nível quântico): 2 elétrons, Z = 2 (hélio) ou A = 2 (hidrogênio, Z = 1)... E esta equivalência entre o número atômico e a massa atômica se aplica pela propriedade periódica, em que o único elemento químico que apresenta determinado nuclídeo de massa igual a duas unidades é o hidrogênio, H.

Camada L (2º nível quântico): 8 elétrons, Z = 8 (oxigênio) ou A = 8 (lítio, Z = 3 ou berílio, Z = 4).

Camada M (3º nível quântico): 18 elétrons, Z = 18 (argônio) ou A = 18 (oxigênio-18, Z = 8 ou água, Z = 8 + 2 = 10).

Camada N (4º nível quântico): 32 elétrons, Z = 32 (germânio) ou A = 32 (enxofre, Z = 16 ou o gás oxigênio).

Camada O (5º nível quântico): 32 + 18 + 8 elétrons, Z = 58 (cério, Z = 58 e por extensão outros lantanídeos) ou A = 58 (ferro e níquel, Z = 26 e Z = 28).

Camadas P e Q: São níveis quânticos antiparticulares, são níveis quânticos antimateriais ou níveis antiquânticos (que definem a antimatéria).

4.4) Aplicação Matemática AnalíticaS = P (Neˉ) / n

S1 = P (2) / 1 = 60 x 100³ km (proporcionalidade do hidrogênio em relação à distância da órbita magnética do planeta Mercúrio ao Sol).

S2 = P (8) / 2 = 120 x 100³ km (proporcionalidade do oxigênio em relação à distância da órbita magnética do planeta Vênus ao Sol).

S3 = P (18) / 3 = 180 x 100³ km (proporcionalidade da água em relação à distância da órbita magnética do planeta Terra ao Sol).

S4 = P (32) / 4 = 240 x 100³ km (proporcionalidade dos dióxidos em relação à distância da órbita magnética do planeta Marte ao Sol).

S5 = P (58) / 5 = 348 x 100³ km (proporcionalidade da série dos lantanídeos, incluindo, portanto, o promécio, ademais da proporcionalidade do ferro-níquel em relação à distância da órbita magnética do cinto de asteroides ao Sol). Assim, levando em conta que o isótopo 61 do níquel é naturalmente estável (Ni-61 => A = 61) pode então ser considerada, neste “contínuo quântico analítico”, uma relação entre o NiFe (núcleo de níquel-ferro) e o plasma do promécio (Z = 61).

OBSERVAÇÕES:

Obs. 1) Aqui vale notar que o cério (Z = 58 e A = 140) é o elemento químico de maior número atômico encontrado na Natureza, dentre os produtos de fissão do urânio.

Obs. 2) Após cinco camadas atômicas esta equação se aplica às emanações do urânio nas séries radioativas naturais e as aplicações analíticas aos resíduos da fissão nuclear desse elemento químico.

5) Algumas Conceituações Astroatômicas:

Equações astroatômicas (e astroiônicas) demonstram as proporções matemáticas entre sistemas atômicos e sistemas astronômicos, mais especificamente, entre sistemas atômicos e sistemas planetários.

5.1) Matéria e Antimatéria:

No desenvolvimento cósmico do equilíbrio dinâmico os sistemas planetários passam por transformações, tal qual o nosso sistema solar, até se tornarem padrões energéticos proporcionais às unidades atômicas (eletrosféricas e nucleares) por adaptação ao princípio da correspondência (de Niels Bohr).

Essa proporcionalidade astroatômica define a relativização de massa (teoria de Einstein) no equilíbrio dinâmico entre duas dimensões (matéria e antimatéria) opostas entre si pelo tempo inverso. Assim, a velocidade em que determinada massa se transforma em energia é igual à velocidade em que a respectiva energia, de valor equivalente, transforma-se em massa:

E = M . c² => c = √ E / M

A estabilidade dos elétrons nos orbitais na dimensão de seus níveis quânticos específicos é fornecida pela atratividade de antielétrons (pósitrons) ocupantes da antidimensão, ou seja, ocupantes da dimensão antimaterial, visto que pelo princípio antimaterial, de Wolfgang Pauli, cada partícula apresenta uma correspondente antipartícula, e isso só pode ser admitido se houver fenômenos dimensionais e antidimensionais, que sejam integrados e correspondidos entre si.

A plasmorradiosfera é a condição de transformação de massa em energia que ocorre no estado de “continuum quântico” e é transdimensional, isto é, trata-se de um apanhado esférico de partículas e antipartículas, em que esse globo espacial e temporal de energia, equivalente à massa, atravessa a dimensão e a antidimensão, simultaneamente, integrando assim, esses dois estados da interdimensão, a qual plenamente integrada constitui a mesodimensão, expressão que alude aos mésons, uma vez que estes são constituídos de pares entre partículas e antipartículas.

5.2) Isomeria Astroatômica:

É o fenômeno astroatômico, elementar e astrofísico, em que espécies químicas ou físicas de diferentes números atômicos podem apresentar uma mesma fórmula espaço-temporal.

a) Definição de Isomeria astroatômica:

Quando entidades químicas quaisquer (elementos químicos e íons) ou entidades físicas quaisquer (nuclídeos, isótopos, isóbaros e isótonos) se aplicam aos mesmos níveis ou estados energéticos, pelas equações astroatômicas, essas entidades (químicas ou físicas) aplicáveis aos respectivos níveis correspondentes das equações astroatômicas, então, são definidas como isômeros astroatômicos.

Em outras palavras, isômeros astroatômicos são entidades químicas ou físicas diferentes que apresentam as mesmas fórmulas astroatômicas.

b) Classificação das Isomerias Astroatômicas:

Isomeria astroatômica, em geral, pode ocorrer por metameria, tautomeria e fotomeria, estando todas vinculadas de algum modo à plasmorradiosfera, sendo que a homeomeria é um tipo especial de isomeria astroatômica.

b.1) Metameria Astroatômica:

Neste caso o número atômico de uma entidade química ou física é igual ao número de massa de outra entidade química ou física.

A metameria astroatômica se explica pela angulação do heteroquark, assim como a metameria química se explica pela posição do heteroátomo. É a isomeria de compensação (ou isomeria transversa) originária da radiosfera plasmática (ou plasmorradiosfera) o que se verifica primordialmente no estado quântico de “continuum”.

§ Exemplos Analíticos de Metameria Astroatômica:

Levando em consideração a aplicação conjugada das equações astroatômicas, por exemplo, na equação astroatômica analítica...

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 2 (hélio, He) ou A = 2 (hidrogênio, H, da água pesada). O deutério e o hélio são metâmeros entre si.

S= 30 x 100³ km (8) / 2 = 120 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Vênus, em relação ao Sol) => Z = 8 (oxigênio, O) ou A = 8 (lítio-8, Li). O elemento químico oxigênio e o lítio-8 são metâmeros entre si.

S3 = 30 x 100³ km (18) / 3 = 180 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético da Terra, em relação ao Sol) => Z = 18 (argônio, Ar) ou A = 18 (água, H2O). O argônio é metâmero da água e vice-versa.

S4 = 30 x 100³ km (32) / 4 = 240 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Marte, em relação ao Sol) => Z = 32 (germânio, Ge) ou A = 32 (enxofre, S). Os elementos enxofre e germânio são metâmeros entre si e são metâmeros do gás oxigênio (O2 => A = 32).

S5 = 30 x 100³ km (58) / 5 = 348 x 100³ km (distância orbitária da zona de asteroides, em relação ao Sol) => Z = 58 (cério, Ce) ou A = 58 (níquel, Ni e ferro, Fe => NiFe).

Deste modo, pode ser considerada, neste “contínuo quântico analítico” descrito acima, uma relação entre o NiFe (núcleo de níquel-ferro) e o plasma do promécio (Z = 61) sendo que o isótopo 61 do níquel é metâmero do elemento químico promécio (Ni-61 => A = 61 estável).

E do mesmo modo que no quinto nível quântico forma-se uma zona de plasmorradiosfera, condição em que os elétrons plasmáticos não apresentam orbital determinado, a quinta região planetária ao redor do Sol também não possui órbita determinada, sendo constituída por uma zona de asteroides.

§ Exemplos Sintéticos de Metameria Astroatômica:

Desta feita levando em consideração a aplicação conjugada das equações astroatômicas, por exemplo, na equação astroatômica sintética...

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1,0 = 60 x 100³ km (distância do planeta Mercúrio ao Sol) => Z = 2 (hélio, He) ou A = 2 (hidrogênio, H). O hélio e o deutério são metâmeros entre si.

S2 = 30 x 100³ km (10) / 3,0 = 100 x 100³ km (distância do planeta Vênus ao Sol) => Z = 10 (neônio, Ne) ou A = 10 (boro, B). Os elementos químicos neônio e boro estão em metameria astroatômica entre si.

S3 = 30 x 100³ km (28) / 5,5 = 152 x 100³ km (distância do planeta Terra ao Sol) => Z = 28 (níquel, Ni) ou A = 28 (silício, Si). O silício é metâmero do níquel e vice-versa.

S4 = 30 x 100³ km (60) / 7,5 = 240 x 100³ km (distância do planeta Marte ao Sol) => Z = 60 (neodímio) ou A = 60 (níquel, Ni ou cobalto, Co). Os lantanídeos, de um modo geral, são metâmeros do núcleo NiFe (níquel e ferro) e vice-versa.

S5 = 30 X 100³ km (92) / 8,5 = 325 x 100³ km (distância da zona de asteroides ao Sol) => Z = 92 (urânio, U) ou A = 92 (tecnécio, Tc).

E do mesmo modo que no “contínuo quântico analítico” há uma relação de plasma do promécio com o núcleo eletromagnético de níquel-ferro (NiFe) aqui, neste “contínuo quântico sintético”, há uma relação de plasma do tecnécio com o núcleo radioativo de urânio.

No átomo eletricamente neutro o número de prótons é igual ao número de elétrons, por isso, o número máximo de elétrons por camada atômica, “Ne-”, equivale ao número atômico, “Z”, que define o elemento químico.

Os espectros atômicos mostram que cada elemento químico pode ser associado a um determinado estado quântico.

Assim, por exemplo, o elemento químico índio recebe este nome em analogia ao seu espectro índigo.

b.2) Tautomeria Astroatômica:

Este é o caso de isomeria astroatômica em que os elementos químicos estão em equilíbrio dinâmico entre si, sendo clássico o exemplo do carbono e do nitrogênio, em que o nitrogênio se converte em carbono por ação de raios cósmicos, enquanto que o carbono (mais especificamente seu isótopo 14, o C-14) se converte em nitrogênio por decaimento beta negativo.

Há outros exemplos interessantes de tautomeria astroatômica, mas em geral estão ligados à “série do carbono”. A isomeria astroatômica em tautômeros pode ser dividida em tautomeria plasmática e tautomeria radioativa ou radiotautomeria.

b.3) Fotomeria Astroatômica:

Na fotomeria astroatômica ocorre uma relação proporcional, em escala astroatômica, entre duas ou mais “redes de tautomeria”.

OBSERVAÇÃO: Rede de tautomeria é a incidência de tautomeria astroatômica em determinadas séries radioativas distantes entre si, na tabela periódica, mas que ainda assim, guardam alguma relação na razão astroatômica, ainda que considerado o princípio da incerteza.

§ Exemplo de Fotomeria:

O principal exemplo de fotomeria astroatômica é a que ocorre nas redes de tautomeria entre a série do carbono e a série dos lantanídeos:

Série do Carbono:

Ao incidir entre o carbono e o nitrogênio, varia entre os números atômicos seis e sete (Z = 6 a 7) bem como entre os números de massa entre 12 e 14 em relação ao carbono, assim como os números de massa entre 14 e 16 em relação ao nitrogênio (Z = 6 a 7 e A = 12 a 16).

Série dos Lantanídeos:

§ O lantânio (Z = 57 e A = 138 a 139) por seu isótopo 138 decai naturalmente ao bário (Z = 56 e A = 134 a 138) por emissão beta negativa e desintegra em cério (Z = 58 e A = 136 a 144) por captura eletrônica (que é correspondente à emissão beta positiva) enquanto que o cério (Z = 58 e A = 136 a 144) por seu isótopo 139 decai em lantânio, por captura eletrônica (que é correspondente à emissão beta positiva).

§ Ou seja, o lantânio se transforma em cério e o cério se transforma em lantânio.

§ O neodímio-144 vai a cério-140 por emissão alfa, enquanto que o neodímio-150 vai a samário-150 por dupla emissão beta negatrônica, sendo que o samário-147 vai a neodímio-143 por emissão alfa, assim como o samário-148 vai a neodímio-144, este que vai ao cério-140, mas o cério-142 se desintegra em neodímio-142.

§ Ou seja, o neodímio se transforma em cério e o cério se transforma em neodímio.

Fotomeria da Série do Carbono pela Série dos Lantanídeos:

§ A fotomeria astroatômica entre a série do carbono e a série dos lantanídeos se expressa melhor pelo oxalato de cério, que serve de remédio homeopático astroatômico, sendo denominado Cerium oxalicum na Matéria Médica Homeopática (MMH)...

§ Sejam as relações dos números atômicos (Z = 6 a 7) e dos números de massa (A = 12 a 16) da série do carbono, bem como dos números atômicos (Z = 58 a 71) e dos números de massa (A = 136 a 170) da série dos lantanídeos:

§ Tais relações estão em razão astroatômica, ainda que por ajuste aproximado, dada a proporcionalidade na escala de 1 : 10 (que é referente ao dez estados energéticos astroatômicos).

Conclusão da Fotomeria da Rede Cério-Carbônica:

A fotomeria astroatômica da rede de tautomeria entre a “série dos lantanídeos” e a “série do carbono”, que pode ser chamada de fotomeria entre o cério e o carbono, ou ainda, simplesmente, de “fotomeria cério – carbônica”, resulta em uma razão próxima do valor unitário.

b.4) Homeomeria (ou Ciclomeria) Astroatômica:

Ciclomeria é uma modalidade de isomeria astroatômica em que os elementos químicos se aplicam igualmente às equações astroatômicas, por conta de serem, em geral, isótonos ou isóbaros e terem, em geral, números atômicos próximos entre si, embora não sejam isótopos. Deste modo, nas equações astroatômicas os números de massa podem ser empregados com valores fracionários (a ciclomeria é uma combinação das diversas isomerias astroatômicas).

A ciclomeria pode ser chamada de homeomeria, por alusão ao filósofo grego Anaxágoras, mas também porque os elementos químicos em questão apresentam valores de massa funcional (ou de massa em geral) apenas semelhantes entre si e não iguais, o que se explica pelas variações de afélio e periélio dos planetas, o que justifica os números de massa racionais.

Assim, por exemplo, o contínuo analítico pode ser tratado como um esferoplasma enquanto que o contínuo sintético possa ser tratado como um radioplasma, ambos importando em projeções ulteriores da plasmorradiosfera.

5.3) Equações Astroiônicas:

Eletromagnetismo e massa são as formas mais fundamentais de energia, sendo equivalentes entre si, conforme determinado pela teoria da relatividade (de Albert Einstein), sendo ainda que o eletromagnetismo é a energia expressa pela dualidade entre partícula e onda, enquanto que massa é a energia expressa pela deposição (ou reposição) e consolidação dessas cargas.

Planetoides ou asteroides e cometas são os correspondentes astronômicos de quarks e glúons atômicos, isso porque o número bariônico (gravitacional) dos quarks é, no máximo, um terço (1 / 3) enquanto que seus valores em carga elétrica ou igualam em carga negativa (- 1 / 3) ou até ultrapassam em carga positiva (+ 2 / 3). Além disso, quando se leva em conta que todos os quarks são férmions (spin = + 1 / 2 ou - 1 / 2) aí então, ao considerarmos os valores modulares, percebemos que os números bariônicos são menos relevantes ainda.

Redutora (que se oxida) é a entidade físico-química que fornece elétrons e/ou hidrogênio, ou ainda, que recebe oxigênio; enquanto que oxidante (que se reduz) é a entidade físico-química que recebe elétrons e/ou hidrogênio, ou ainda, que fornece oxigênio.

E deste modo podem ser expressas as equações astroiônicas...

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