Equações Astroatômicas e Astroiônicas
Continuação...

a) Equação Astroiônica Analítica:

Sejam, então, as cinco primeiras camadas atômicas em aplicação astroiônica, ou seja, isoeletrônica aos gases nobres...

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 1 e A = 2 (hidrogênio, H => n = 1).

S= 30 x 100³ km (7) / 2 = 105 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Vênus, em relação ao Sol) => Z = 7 (nitrogênio, N => n = 2) ou A = 7 (lítio, Li). O elemento químico nitrogênio e o lítio são metâmeros entre si.

S3 = 30 x 100³ km (15) / 3 = 150 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Terra, em relação ao Sol) => Z = 15 (fósforo, P => n = 3) ou A = 15 (nitrogênio-15, N). O fósforo é metâmero do isótopo 15 do nitrogênio e vice-versa.

S4 = 30 x 100³ km (32) / 4 = 240 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Marte, em relação ao Sol) => Z = 32 (germânio, Ge) ou A = 32 (enxofre, S). Os elementos enxofre e germânio são metâmeros entre si e são metâmeros do gás oxigênio (O2 => Z = 8 x 2 = 16, A = 32 e n = 2 x 2 => n = 4).

S5 = 30 x 100³ km (61) / 5 = 366 x 100³ km (distância orbitária da zona de asteroides, especialmente do asteroide Vesta, em relação ao Sol) => Z = 61 (promécio, Pm) ou A = 61 (níquel-61, Ni => NiFe) => n = (6 + 4) / 2 => n = 5. Deste modo, o elemento químico promécio e o núcleo NiFe são metâmeros entre si, sendo esta isomeria astroatômica um exemplo de ciclomeria, visto que há a metameria em relação ao promécio com o núcleo NiFe e há a homeomeria em relação aos lantanídeos em geral.

OBSERVAÇÃOEm um contexto geral as grandezas astroatômicas são definidas em infraquânticas, quânticas e ultraquânticas, as quais três grandezas em conjunto com o tempo astroatômico (que por ser inercial é conversível em quarta grandeza) tais grandezas podem, finalmente, serem redefinidas em matéria, antimatéria (paramatéria e ortomatéria) e mais a metamatéria, sendo ainda que no grupo da metamatéria estão incluídas a mesomatéria, a intermatéria e a tautomatéria (que é a metamatéria propriamente dita).

b) Equação Astroiônica Sintética:

Sejam, então, as cinco primeiras camadas atômicas em aplicação astroiônica, ou seja, isoeletrônica aos gases nobres...

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 1 e A = 2 (hidrogênio, H => n = 1).

S2 = 30 x 100³ km (12) / 3,5 = 103 x 100³ km (distância do planeta Vênus ao Sol) => Z = 12 (magnésio, Mg) ou A = 12 (carbono, C). Deste modo, os elementos químicos magnésio e carbono estão em metameria astroatômica entre si (neste caso o valor semi-inteiro de spin é referente ao carbono, n = 2, por conta de seus orbitais híbridos incompletos, levando em consideração a rotação inversa do planeta Vênus). E a aplicação pela média aritmética do carbono entre os isótopos C-12 e C-13 (ou C-14) é mais exata.

S3 = 30 x 100³ km (28) / 5,5 = 152 x 100³ km (distância do planeta Terra ao Sol) => Z = 28 (níquel, Ni) ou A = 28 (silício, Si => n = 3). O silício e o níquel são metâmeros entre si. E quando se leva em consideração o número de massa atômica resultante pela média aritmética do composto SiAl (silício e alumínio => A = {28 + 27} / 2 => A = 27,5) então a aplicação se torna muito mais exata.

S4 = 30 x 100³ km (56) / 7,5 = 224 x 100³ km (distância do planeta Marte ao Sol) => Z = 56 (bário, Ba) ou A = 56 (ferro, Fe => NiFe). O bário e os lantanídeos, em geral, são metâmeros do núcleo NiFe (níquel e ferro => n = 4) e vice-versa.

S5 = 30 X 100³ km (98) / 8,5 = 346 x 100³ km (distância da zona de asteroides, em especial do asteroide Vesta, ao Sol) => Z = 92 (urânio, U) ou A = 92 a 98 (molibdênio, Mo ou tecnécio, Tc => n = 5).

OBSERVAÇÃOO contexto físico-químico em que as grandezas astroatômicas podem ser redefinidas em matéria, antimatéria e metamatéria estabelece a seguinte classificação...

§ Matéria: Átomos, moléculas e fótons (átomos com bárions positivos e léptons negativos).

§ Antimatéria: Antiátomos, antimoléculas e antifótons (átomos com bárions negativos e léptons positivos).

§ Metamatéria: Intermatéria (que é a transmutação de matéria em antimatéria e vice-versa), mesomatéria (intersecção entre matéria e antimatéria) e a metamatéria genuína ou propriamente dita (que é a tautomatéria, a mesomatéria transcendental).

5.4) Grandezas do Contexto Astroatômico:

Sabendo-se que as grandezas físicas são os atributos dos fenômenos, assim, no contexto astroatômico, em geral, o sistema atômico é de caráter dual, eletromagnético, podendo ter características materiais e antimateriais, enquanto que o sistema astronômico é de caráter gravitacional e o sistema vital é de natureza essencial, porém, a natureza essencial pode ter caráter vital ou universal.

Conforme essas acepções acima descritas, a reclassificação do contexto astroatômico se apresenta a seguir...

a) Natureza inexistencial intrínseca: Contrapõe a condição de existencialidade extrínseca. Trata do magnetismo e também da eletricidade, o que corresponde a tratar do eletromagnetismo, o qual, pelo princípio da complementaridade proporciona a coerência vetorial da ponderabilidade fotônica, sistematizada na cromodinâmica quântica, a qual é a organização dos sistemas pela força cromática (e é de se notar que inseridos no contexto astroatômico pelo princípio da complementaridade, de Niels Bohr, esses comportamentos, os do tipo ondulatório ou magnético e os do tipo corpuscular ou elétrico, todos, entre si, não são contraditórios, mas sim complementares).

b) Natureza existencial intrínseca: Esta natureza contrapõe a condição de inexistencialidade extrínseca. Trata da gravitação universal e também da termodinâmica.

c) Natureza essencial: A energia vital é uma combinação das demais naturezas descritas, tanto na expressão vital quanto na manifestação universal, quer dizer, a vitalidade é de natureza magnética e gravitacional (a vida é gravitomagnética).

5.5) Contexto Astroatômico Particular:

Equações astroatômicas e astroiônicas integram um contexto de expressões astroquânticas na conceituação da unidade energética aq(energia astrofísica e quântica) em que a inércia é, por definição, a força intrínseca da massa.

No contexto particular astroatômico, então, as partículas são de três tipos fundamentais, quais sejam...

a) Bárions: Partículas pesadas.

b) Léptons: Partículas leves.

c) Partículas Mediadoras: São os fótons, antifótons e metafótons.

Uma vez que momento inercial (ou momentum) pode ser definido pela quantidade de movimento, em especial angular, no contexto astroatômico, então, a inércia se aplica ao fenômeno relativístico da curvatura do espaço-tempo, sendo que massas de repouso diferentes com inércias equivalentes se aplicam à cromodinâmica quântica em sistemas nos quais as conservações dos momentos inerciais sejam equivalentes, mas sendo que massas de repouso diferentes com inércias desiguais, por resultantes escalares ou vetoriais, têm aplicações sistêmicas distintas.

6) Equação Astroatômica de Balanceamento:

O valor previsível do número máximo de elétrons pela fórmula equacional de Rydberg (Neˉ = 2n²) para a quinta camada atômica é de 50 elétrons, assim, a identidade eletroquântica fundamental, do quinto nível energético, é de Neˉ = 50, o que também se aplica na equação astroatômica analítica...

S5 = P (50) / 5 = 300 x 100³ km (distância basal da órbita magnética do cinturão de asteroides, em relação ao Sol) => Z = 50 (estanho, Sn) ou A = 50 (titânio, Ti, vanádio, V, além de cromo, Cr).

Ademais disso, há também as alternativas relacionadas aos valores de “continuum” em somatório dos números máximos de elétrons das camadas em continuidade.

6.1) Equação Astroatômica de Balanceamento Analítico:

S = P (Neˉ) / n

OndeS = distância das órbitas magnéticas dos planetas ao Sol, = constante astroatômica (P = 100 . c . s), Neˉ = número máximo de elétrons da camada atômica e n = número quântico principal.

Admite-se que à medida que o número quântico principal, “n”, cresce, a diferença de energia entre um e outro estado quântico diminui, tendendo a um “continuum”; pois bem, tomando-se assim os três últimos níveis quânticos, como um “continuum”, tem-se que o somatório de elétrons desse continuum será: 32 + 18 + 2 = 52 (valor de continuum saturado) ou 32 + 18 + 8 = 58 elétrons (valor de continuum supersaturado).

Desse modo, a equação astroatômica analítica pode ser aplicada para S5 com a constante “P” primária, ou seja, P1 = 30 x 100³ km / s, englobando todos os níveis quânticos.

“Continuum quântico” é, pela própria natureza, uma expressão de essência virtual, mas é isso o que viabiliza que a mecânica quântica seja matematicamente proporcional à mecânica clássica, na relatividade da relatividade.

Assim, a admissão de um continuum para os três últimos níveis quânticos está de acordo com um revezamento eletroquântico, o qual estabelece uma continuidade entre tais níveis, pois os elétrons derivados de um nível antecedente ocupam orbitais de um nível sucedente, desde a quinta até a sétima camada atômica.

As linhas espectrais atômicas mostram que cada elemento químico pode ser associado a determinado estado quântico específico.

No átomo eletricamente neutro o número de prótons é igual ao número de elétrons, por isso, o número máximo de elétrons por camada atômica, “Neˉ”, equivale ao número atômico, “Z”, que define o elemento químico.

Sendo que a distribuição eletrônica em caráter complementar à consolidação de massa remete a configuração energética à descrição quântica complementar.

E isso está de acordo com as séries radioativas, em que os valores ponderais na série do urânio são proporcionais a 4n + 2, na série do actínio são proporcionais a 4n + 3, enquanto que na série do tório são proporcionais a 4n (sendo que “n” aqui não é o número quântico principal, mas sim a simbologia de um número inteiro qualquer, porém, que no contexto astroatômico equivale ao número máximo de elétrons, “Neˉ”, ou ao número atômico, Z”, na proporção do número de massa, A).

Desse modo, para “n continuum”, n = 5 e Neˉ = 51 a 58 ou 59 na correspondência entre o número de elétrons e o número de prótons, ou ainda, na correspondência entre o número de prótons e o peso atômico para as séries radioativas, visto que 51 x 4 = 204 => 204 + 3 = 207 (massa de chumbo, Z = 82) e 58 x 4 = 232 => 232 + 3 = 235 (massa do urânio mais radioativo, Z = 92).

Logo, quando se estende essa razão ponderal das famílias radioativas à série dos lantanídeos, pode ser tida a seguinte correspondência...

Tais razões e proporções demonstram o fenômeno de isomeria astroatômica, que é a aplicação de valores numéricos iguais ou equivalentes (entre números atômicos e números de massa) nos mesmos estados energéticos das equações astroatômicas, para diferentes elementos químicos.

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 2 (hélio, He) ou A = 2 (hidrogênio, H).

S2 = 30 x 100³ km (8) / 2 = 120 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Vênus, em relação ao Sol) => Z = 8 (oxigênio, O) ou A = 8 (lítio, Li).

S3 = 30 x 100³ km (18) / 3 = 180 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético da Terra, em relação ao Sol) => Z = 18 (argônio, Ar) ou A = 18 (água, H2O).

S4 = 30 x 100³ km (32) / 4 = 240 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Marte, em relação ao Sol) => Z = 32 (germânio, Ge) ou A = 32 (enxofre, S).

S5 = 30 x 100³ km (50 a 58) / 5 = 300 x 100³ km a 348 x 100³ km (distância orbitária da zona de asteroides, em relação ao Sol) => Z = 50 (estanho, Sn) ou A = 50 (titânio, Ti); Z = 51 (antimônio, Sb) ou A = 51 (vanádio, V); Z = 52 (telúrio, Te) ou A = 52 (cromo, Cr); Z = 53 (iodo, I) ou A = 53 (cromo, Cr); Z = 54 (xenônio, Xe) ou A = 54 (ferro, Fe); Z = 55 (césio, Cs) ou A = 55 (manganês, Mn); Z = 56 (bário, Ba) ou A = 56 (ferro, Fe); Z = 57 (lantânio, La) ou A = 57 (ferro, Fe); Z = 58 (cério, Ce) ou A = 58 (níquel, Ni e ferro, Fe => NiFe)...

A partir daí, então, já se pode correlacionar o núcleo de níquel e ferro (núcleo NiFe) à metameria do elemento químico promécio e aos lantanídeos em geral.

6.2) Equação Astroatômica de Balanceamento Sintético:

S = P ( Z ) / Rn

OndeS = distância das órbitas gravitacionais dos planetas ao redor do Sol, P = constante da proporcionalidade astroatômica (ou simplesmente constante astroatômica) = 100 . c . s (cem vezes a velocidade da luz, no vácuo, multiplicada por segundo) => P = 30 x 100³ km / s / (s -¹), Z = número atômico a cada nível quântico e Rn = resultante de número quântico de cada camada atômica (é o somatório de número quântico principal, n, número quântico secundário, “L = n - 1, e número quântico spin, “spin = - 0,5 ou + 0,5”; sendo que, quando um orbital está completo um spin anula o outro, mas em um orbital com apenas um elétron o número quântico spin deve ser incluído à resultante. O número quântico magnético se anula nas inversões de espaço-tempo).

a) Números Quânticos e Números Atômicos:

Cada número atômico (Z) na equação astroatômica sintética é obtido de acordo com a síntese entre os números máximos de elétrons (Neˉ) em cada camada atômica (2; 2 + 8 = 10; 10 + 18 = 28; 28 + 32 = 60; 60 + 32 = 92) e na resultante de número quântico é considerado o somatório do número quântico principal (n) com o número quântico secundário (L) e com o número quântico spin (ms) sendo que em orbital de dois elétrons, um deles terá número quântico spin ms = + 0,5 e o outro elétron terá um valor de ms = - 0,5.

b) Níveis Quânticos:

Sejam, então, as camadas atômicas e o número máximo de elétrons (e consequentemente de prótons, o que leva ao número atômico Z) na distribuição de energia, pelo diagrama de Venturelli para o elétron mais energético...

§ 1ª (Camada K): 2 elétrons, Z = 2 (hélio) e Rn = 1,0.

Z = 2 => Rn = n (n = 1) + L (L = 0) + spin (spin = 0) => Rn = 1,0.

§ 2ª (Camada L): 8 elétrons (mais dois elétrons da camada anterior), Z = 10 (neônio) e Rn = 3,0.

Z = 10 => Rn = n (n = 2) + L (L = 2 - 1 = 1) + spin (spin = 0) => Rn = 3,0.

§ 3ª (Camada M): 18 elétrons (mais 10 elétrons das camadas anteriores), Z = 28 (níquel) e Rn = 5,5.

Z = 28 => Rn = n (n = 3) + L (L = 3 - 1 = 2) + spin (spin = + 0,5) => Rn = 5,5.

§ 4ª (Camada N): 32 elétrons (mais 28 elétrons das camadas anteriores), Z = 60 (neodímio) e Rn = 7,5.

Z = 60 => Rn = n (n = 4) + L (L = 4 - 1 = 3) + spin (spin = + 0,5) => Rn = 7,5.

§ 5ª Camada O: 32 elétrons (mais 60 elétrons das camadas anteriores), Z = 92 (urânio, o elemento de maior número atômico encontrado na Natureza, que é o valor de saturação eletroquântica) e Rn = 8,5.

Z = 92 => Rn = n (n = 5) + L (L = 5 - 1 = 4) + spin (spin = - 0,5) => Rn = 8,5 (neste caso, o número quântico secundário, “L”, declinaria pelo diagrama de Pauling, mas isso pode ser corrigido pelo sinal do “spin”, que equivale ao vetor magnético astroatômico e caracteriza o diagrama de Venturelli).

§ Continuum: 32 + 18 + (2 a 8) elétrons (mais 60 elétrons das camadas anteriores), Z = 112 a 118 (elemento químico brasílio descrito por este autor na Teoria Bioquântica Astroatômica (obra registrada na Biblioteca Nacional do Brasil em 1994 e 1995) ou A = 112 a 118 (cádmio – Cd, índio – In, além de estanho – Sn).

Este estado de “quantum continuum” pode ser definido com o nome de “núcleo tupi”, pois o número atômico tem um valor a partir de Z = 112 (elemento químico brasílio, Bs => A = 280 a 336) e um valor médio ponderal de A = 115 (o número de massa do isótopo radioativo do elemento químico índio, In => Z = 49).

Sejam, então, as cinco primeiras camadas atômicas:

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1,0 = 60 x 100³ km (distância do planeta Mercúrio ao Sol) => Z = 2 (hélio, He) ou A = 2 (hidrogênio, H).

S2 = 30 x 100³ km (10) / 3,0 = 100 x 100³ km (distância do planeta Vênus ao Sol) => Z = 10 (neônio, Ne) ou A = 10 (boro, B).

S3 = 30 x 100³ km (28) / 5,5 = 152 x 100³ km (distância do planeta Terra ao Sol) => Z = 28 (níquel, Ni) ou A = 28 (silício, Si).

S4 = 30 x 100³ km (60) / 7,5 = 240 x 100³ km (distância do planeta Marte ao Sol) => Z = 60 (neodímio) ou A = 60 (níquel, Ni ou cobalto, Co).

S5 = 30 x 100³ km (112) / 8,5 = 395 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planetoide Ceres ao Sol) => Z = 112 (brasílio, Bs => A = 336).

Ou ainda...

S5 = 30 x 100³ km (115) / 8,5 = 406 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planetoide Ceres, que se encontra na zona do cinturão de asteroides, em relação ao Sol, pelo valor de A = 115) => núcleo tupi” de ciclomeria astroatômica (que é a isomeria entre os elementos químicos brasílio e índio).

OBSERVAÇÃOA aplicação da equação astroatômica sintética de balanceamento resulta na distância da zona do cinturão de asteroides em relação ao Sol, porém, particularmente na órbita gravitacional do planeta ou planetoide Ceres, em relação ao Sol (S5 = 395 x 100³ km a 406 x 100³ km) => Z = 112 (brasílio, Bs => A = 336) ou A = 115 (índio, In => Z = 49) o que isso corresponde ao núcleo tupi (por alusão ao elemento químico brasílio, o qual, por sua vez se refere ao Brasil, e por alusão ao elemento químico índio, o qual, por sua vez se refere ao habitante original deste país).

7) RESUMO:

Equações astroatômicas e astroiônicas são funções e conceitos das ciências físicas, químicas e biológicas, que demonstram as proporções matemáticas entre os sistemas atômicos e os sistemas planetários.

No contexto astroatômico de grandezas o sistema atômico é eletromagnético, o sistema astronômico é gravitacional e o sistema vital é essencial.

7.1) CONCEITUAÇÃO EM RESUMO:

As razões e proporções das equações astroatômicas mostram que a relativização de massa (da teoria de Einstein) se encontra em equilíbrio dinâmico entre duas dimensões opostas entre si pelo tempo inverso (matéria e antimatéria). Assim, a velocidade em que determinada massa se transforma em energia é igual à velocidade em que a respectiva energia, de valor equivalente, transforma-se em massa:

E = M . c² => c = √ E / M

A velocidade da luz no vácuo, que tem como símbolo a letra “c”, e é aproximadamente igual a trezentos mil quilômetros por segundo (c = 300 x 10³ km / s) foi considerada constante pela relatividade restrita, o que é válido em determinado grau dimensional do espaço-tempo, todavia, na interdimensão surge a constante astroatômica, que é pelo menos cem vezes maior que a velocidade da luz no vácuo...

P = 100 . c . s => P = (30 x 100³ km / s) / s -¹ (cem vezes a velocidade da luz, no vácuo, em quilômetros por segundo): Trinta milhões de quilômetros por segundo interdimensional.

Esta constante astroatômica (P) fornece um valor cem vezes maior que a velocidade da luz no vácuo, por cada inversão do espaço-tempo.

7.2) FÓRMULA ASTROATÔMICA MATEMÁTICA ANALÍTICA:

S = P (Ne¯) / n

Onde:

S = distância das órbitas magnéticas dos planetas ao Sol, = constante astroatômica (P = 100 . c . s), Ne¯ = número máximo de elétrons de cada camada atômica em correspondência ao número atômico (e o número atômico, por sua vez, por isomeria astroatômica, tem correspondência ao número de massa) e n = número quântico principal.

Admite-se que à medida que o número quântico principal, “n”, cresce, a diferença de energia entre um e outro estado quântico diminui, tendendo a um “continuum”; pois bem, tomando-se assim os três últimos níveis quânticos, tem-se que o somatório de elétrons desse continuum será: 32 + 18 + 2 = 52 (Ne¯ de saturação do continuum) ou 32 + 18 + 8 = 58 (Ne¯ de supersaturação do continuum).

“Continuum quântico” é uma expressão de conotação virtual, mas em uma análise mais adequada mostra que a mecânica quântica pode ser matematicamente proporcional à mecânica clássica, em todo o contexto astroatômico, pela relatividade da relatividade.

Os espectros atômicos mostram que cada elemento químico pode ser associado a determinada camada atômica.

No átomo eletricamente neutro o número de prótons é igual ao número de elétrons, por isso, o número máximo de elétrons por camada atômica, “Ne¯”, equivale ao número atômico, “Z”, que define o elemento químico.

Desse modo, para “n continuum”, n = 5 e Ne¯ = 51 a 58 ou 59 na correspondência entre o número de elétrons e o número de prótons, ou ainda, na correspondência entre o número de prótons e o peso atômico para as séries radioativas.

7.3) FÓRMULA ASTROATÔMICA MATEMÁTICA SINTÉTICA:

S = P ( Z ) / Rn

Onde:

S
 = distância das órbitas gravitacionais dos planetas ao redor do Sol, P = constante astroatômica = 100 . s (cem vezes a velocidade da luz, no vácuo, multiplicada por segundo) => P = 30 x 100³ km / s / (s -¹), Z = número atômico a cada nível quântico (o qual apresenta correspondência ao número de massa pela isomeria astroatômica) e Rn = resultante de número quântico em cada camada atômica pelo referencial do elétron mais energético.

Cada número atômico (Z) ou mesmo cada número de massa (A) é obtido conforme a síntese dos números máximos de elétrons (Ne¯) das camadas contíguas em modo gradativo (2; 2 + 8 = 10; 10 + 18 = 28; 28 + 32 = 60; 60 + 32 = 92 em saturação eletroquântica, ou 60 + 52 a 58 = 112 a 118 em saturação à supersaturação de continuum).

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