Equação Astroquântica Universal

Equação astroquântica universal é a função matemática que trata as fórmulas matemáticas analítica e sintética, do contexto astroatômico, como equações astroatômicas e astroiônicas de balanceamento e como equação astroquântica integral...

{ S = P ( Neˉ ) / n }
{ S = P ( Z ) / Rn } => A = n . S / P

Onde:

S = distância das órbitas gravitacionais ou magnéticas dos planetas ao redor do Sol (essas órbitas planetárias relativas ao Sol levam em conta que a posição do centro de massa solar varia, pelo movimento orbitário do próprio Sol); P = constante de proporcionalidade astroatômica (P = 100 c . s) = 100 (300 x 10³ km / s / s -¹); Neˉ = número máximo de elétrons de cada camada atômica; n = número quântico principal; Z = número atômico do elemento químico cujo íon tenha configuração de gás nobre (tal que Neˉ assuma a progressão em 2, 8, 18, 32 e 32 + 18 + 8 ou 2); Rn = resultante de número quântico, o que na função analítica é igual a n => Rn = n; A = número de massa atômica.

OBSERVAÇÕES:

OBS. a) As equações astroatômicas se aplicam até cinco camadas atômicas, enquanto que as equações astroiônicas se aplicam até dez estados quânticos (considerando que cada estado quântico seja uma resultante energética entre nível e subnível quântico, enquanto que camada atômica seja apenas a expressão do nível quântico).

OBS. b) Os fragmentos da fissão nuclear do urânio são revelados pela equação astroatômica analítica e o próprio elemento químico urânio aparece na equação astroatômica sintética, mas como as reações de fissão espontânea são raras na natureza do planeta Terra, assim sendo, as equações que tratam das reações nucleares de decaimento natural é que recebem o título de equações de balanceamento. 

1) Equações de Balanceamento Astroquântico:

Equações astroatômicas se referem às configurações eletrônicas de átomos neutros e substâncias simples, enquanto que suas correspondentes astroiônicas se referem às respectivas configurações eletrônicas de íons e de plasmas. Já a equação astroquântica é uma função matemática integrada pelas equações astroatômicas e pelas equações astroiônicas.

Elétrons de níveis quânticos completos (situados nas camadas atômicas mais internas) são chamados de elétrons do cerne e apresentam maior estabilidade, em seus estados de energia, do que os elétrons de níveis quânticos incompletos, os quais são chamados de elétrons de valência. Deste modo, os elétrons que estejam nas camadas mais externas compartilham algumas propriedades comuns, dessa condição de relativa instabilidade energética, isso porque quanto mais exteriores, mais instáveis.

A consideração extensiva dessa condição de relativa instabilidade das camadas mais externas, pode ser considerada em si, um estado energético diferenciado, assim, seus elétrons podem ser tratados como sendo ocupantes de um estado quântico que se torna, em última instância avaliativa, um único nível quântico, o qual, pelo princípio da equivalência correspondente, vem a ser um estado quantomecânico de continuum, especialmente no caso das camadas O, P e Q.

Nas equações de balanceamento astroquântico importam as ponderabilidades sistêmicas, sendo que as equações astroatômicas expressam o decaimento do elemento químico índio (Z = 49) em estanho (Z = 50) enquanto que na equação de balanceamento iônico a expressão é plasmática.

1.1) Equação Astroatômica de Balanceamento Analítico:

S = P (Neˉ) / n

Onde: S = distância das órbitas magnéticas dos planetas ao Sol, P = constante astroatômica (P = 100 . c . s), Neˉ = número máximo de elétrons da camada atômica e n = número quântico principal.

Admite-se que à medida que o número quântico principal, “n”, cresce, a diferença de energia entre um e outro estado quântico diminui, tendendo a um “continuum”; pois bem, tomando-se assim os três últimos níveis quânticos, como um “continuum”, tem-se que o somatório de elétrons desse continuum será: Neˉ = 32 + 18 + 2 = 52 (valor de continuum saturado) ou 32 + 18 + 8 = 58 elétrons (valor de continuum supersaturado).

Desse modo, a equação astroatômica analítica pode ser aplicada para S5 com a constante “P” primária, ou seja, P
1 = 30 x 100³ km / s, englobando todos os níveis quânticos.

“Continuum quântico” é, pela própria natureza, uma expressão de essência virtual, mas é isso o que viabiliza que a mecânica quântica seja matematicamente proporcional à mecânica clássica, na relatividade da relatividade.

Assim, a admissão de um “continuum” para os três últimos níveis quânticos está de acordo com um revezamento eletroquântico, o qual estabelece uma continuidade entre tais níveis, pois os elétrons derivados de um nível antecedente ocupam orbitais de um nível sucedente, desde a quinta até a sétima camada atômica.

O valor previsível do número máximo de elétrons pela fórmula equacional de Rydberg (Neˉ = 2n²) para a quinta camada atômica é de 50 elétrons, assim, a identidade eletroquântica fundamental, do quinto nível energético, é de Neˉ = 50, o que também se aplica na equação astroatômica analítica...

S
5 = P (50) / 5 = 300 x 100³ km (distância basal da órbita magnética do cinturão de asteroides, em relação ao Sol) => Z = 50 (estanho, Sn) ou A = 50 (titânio, Ti, vanádio, V, além de cromo, Cr).

Ademais disso, há também as alternativas relacionadas aos valores de “continuum” em somatório dos números máximos de elétrons das camadas em continuidade.

As linhas espectrais atômicas mostram que cada elemento químico pode ser associado a determinado estado quântico específico.

No átomo eletricamente neutro o número de prótons é igual ao número de elétrons, por isso, o número máximo de elétrons por camada atômica, “Neˉ”, equivale ao número atômico, “Z”, que define o elemento químico.

Sendo que a distribuição eletrônica em caráter complementar à consolidação de massa remete a configuração energética à descrição quântica complementar.

E isso está de acordo com as séries radioativas, em que os valores ponderais na série do urânio são proporcionais a 4n + 2, na série do actínio são proporcionais a 4n + 3, enquanto que na série do tório são proporcionais a 4n (sendo que “n” aqui não é o número quântico principal, mas sim a simbologia de um número inteiro qualquer, porém, que no contexto astroatômico equivale ao número máximo de elétrons, “Neˉ”, ou ao número atômico, “Z”, na proporção do número de massa, “A”).

Desse modo, para “n continuum”, n = 5 e Neˉ = 51 a 58 ou 59 na correspondência entre o número de elétrons e o número de prótons, ou ainda, na correspondência entre o número de prótons e o peso atômico para as séries radioativas, visto que 51 x 4 = 204 => 204 + 3 = 207 (massa de chumbo, Z = 82) e 58 x 4 = 232 => 232 + 3 = 235 (massa do urânio mais radioativo, Z = 92).

Logo, quando se estende essa razão ponderal das famílias radioativas à série dos lantanídeos, pode ser tida a seguinte correspondência...

Tais razões e proporções demonstram o fenômeno de isomeria astroatômica, que é a aplicação de valores numéricos iguais ou equivalentes (entre números atômicos e números de massa) nos mesmos estados energéticos das equações astroatômicas, para diferentes elementos químicos.

Todavia, em vista da ponderabilidade levar em conta o decaimento radioativo de índio (Z = 49) a estanho (Z = 50), devido a isso, a expressão matemática a seguir manifesta apenas o valor de Z = 50 com sua metameria de A = 50.

S
1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 2 (hélio, He) ou A = 2 (hidrogênio, H).

S
2 = 30 x 100³ km (8) / 2 = 120 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Vênus, em relação ao Sol) => Z = 8 (oxigênio, O) ou A = 8 (lítio, Li).

S
3 = 30 x 100³ km (18) / 3 = 180 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético da Terra, em relação ao Sol) => Z = 18 (argônio, Ar) ou A = 18 (água, H2O).

S
4 = 30 x 100³ km (32) / 4 = 240 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Marte, em relação ao Sol) => Z = 32 (germânio, Ge) ou A = 32 (enxofre, S).

S
5 = 30 x 100³ km (50) / 5 = 300 x 100³ km a 348 x 100³ km (distância orbitária da zona de asteroides, em relação ao Sol) => Z = 50 (estanho, Sn) ou A = 50 (titânio, Ti) até Z = 58 (cério, Ce) ou A = 58 (níquel e ferro, NiFe).

1.2) Equação Astroatômica de Balanceamento Sintético:

S = P ( Z ) / Rn

Onde: S = distância das órbitas gravitacionais dos planetas ao redor do Sol, P = constante da proporcionalidade astroatômica (ou simplesmente constante astroatômica) = 100 . c . s (cem vezes a velocidade da luz, no vácuo, multiplicada por segundo) => P = 30 x 100³ km / s / (s -¹), Z = número atômico a cada nível quântico e Rn = resultante de número quântico de cada camada atômica (é o somatório de número quântico principal, “n”, número quântico secundário, “L = n - 1”, e número quântico spin, “spin = - 0,5 ou + 0,5”; sendo que, quando um orbital está completo um spin anula o outro, mas em um orbital com apenas um elétron o número quântico spin deve ser incluído à resultante. O número quântico magnético se anula nas inversões de espaço-tempo).

a) Números Quânticos e Números Atômicos:

Cada número atômico (Z) na equação astroatômica sintética é obtido de acordo com a síntese entre os números máximos de elétrons (Neˉ) em cada camada atômica (2; 2 + 8 = 10; 10 + 18 = 28; 28 + 32 = 60; 60 + 32 = 92) e na resultante de número quântico é considerado o somatório do número quântico principal (n) com o número quântico secundário (L) e com o número quântico spin (ms) sendo que em orbital de dois elétrons, um deles terá número quântico spin “ms” = + 0,5 e o outro elétron terá um valor de “ms” = - 0,5.

b) Níveis Quânticos:

Sejam, então, as camadas atômicas e o número máximo de elétrons (e consequentemente de prótons, o que leva ao número atômico “Z”) na distribuição de energia, pelo diagrama de Venturelli para o elétron mais energético...

§ 1ª (Camada K): 2 elétrons, Z = 2 (hélio) e Rn = 1,0.

Z = 2 => Rn = n (n = 1) + L (L = 0) + spin (spin = 0) => Rn = 1,0.

§ 2ª (Camada L): 8 elétrons (mais dois elétrons da camada anterior), Z = 10 (neônio) e Rn = 3,0.

Z = 10 => Rn = n (n = 2) + L (L = 2 - 1 = 1) + spin (spin = 0) => Rn = 3,0.

§ 3ª (Camada M): 18 elétrons (mais 10 elétrons das camadas anteriores), Z = 28 (níquel) e Rn = 5,5.

Z = 28 => Rn = n (n = 3) + L (L = 3 - 1 = 2) + spin (spin = + 0,5) => Rn = 5,5.

§ 4ª (Camada N): 32 elétrons (mais 28 elétrons das camadas anteriores), Z = 60 (neodímio) e Rn = 7,5.

Z = 60 => Rn = n (n = 4) + L (L = 4 - 1 = 3) + spin (spin = + 0,5) => Rn = 7,5.

§ 5ª Camada O: 32 elétrons (mais 60 elétrons das camadas anteriores), Z = 92 (urânio, o elemento de maior número atômico encontrado na Natureza, que é o valor de saturação eletroquântica) e Rn = 8,5.

Z = 92 => Rn = n (n = 5) + L (L = 5 - 1 = 4) + spin (spin = - 0,5) => Rn = 8,5 (neste caso, o número quântico secundário, “L”, declinaria pelo diagrama de Pauling, mas isso pode ser corrigido pelo sinal do “spin”, que equivale ao vetor magnético astroatômico e caracteriza o diagrama de Venturelli).

§ Continuum: 32 + 18 + (2 a 8) elétrons (mais 60 elétrons das camadas anteriores), Z = 112 a 118 (elemento químico brasílio descrito por este autor na Teoria Bioquântica Astroatômica (obra registrada na Biblioteca Nacional do Brasil em 1994 e 1995) ou A = 112 a 118 (cádmio – Cd, índio – In, além de estanho – Sn).

Este estado de “quantum continuum” pode ser definido com o nome de “núcleo tupi”, pois o número atômico tem um valor a partir de Z = 112 (elemento químico brasílio, Bs => A = 280 a 336) e um valor médio ponderal de A = 115 (o número de massa do isótopo radioativo do elemento químico índio, In => Z = 49).

Sejam, então, as cinco primeiras camadas atômicas:

S
1 = 30 x 100³ km (2) / 1,0 = 60 x 100³ km (distância do planeta Mercúrio ao Sol) => Z = 2 (hélio, He) ou A = 2 (hidrogênio, H).

S
2 = 30 x 100³ km (10) / 3,0 = 100 x 100³ km (distância do planeta Vênus ao Sol) => Z = 10 (neônio, Ne) ou A = 10 (boro, B).

S
3 = 30 x 100³ km (28) / 5,5 = 152 x 100³ km (distância do planeta Terra ao Sol) => Z = 28 (níquel, Ni) ou A = 28 (silício, Si).

S
4 = 30 x 100³ km (60) / 7,5 = 240 x 100³ km (distância do planeta Marte ao Sol) => Z = 60 (neodímio) ou A = 60 (níquel, Ni ou cobalto, Co).

S
5 = 30 x 100³ km (112) / 8,5 = 395 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planetoide Ceres ao Sol) => Z = 112 (brasílio, Bs => A = 336).

Ou ainda...

S
5 = 30 x 100³ km (115) / 8,5 = 406 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planetoide Ceres, que se encontra na zona do cinturão de asteroides, em relação ao Sol, pelo valor de A = 115) => “núcleo tupi” de ciclomeria astroatômica (que é a isomeria entre os elementos químicos brasílio e índio).

OBSERVAÇÃO: A aplicação da equação astroatômica sintética de balanceamento resulta na distância da zona do cinturão de asteroides em relação ao Sol, porém, particularmente na órbita gravitacional do planeta ou planetoide Ceres, em relação ao Sol (S5 = 395 x 100³ km a 406 x 100³ km) => Z = 112 (brasílio, Bs => A = 336) ou A = 115 (índio, In => Z = 49) o que isso corresponde ao núcleo tupi (por alusão ao elemento químico brasílio, o qual, por sua vez se refere ao Brasil, e por alusão ao elemento químico índio, o qual, por sua vez se refere ao habitante original deste país).

1.3) Equação Analítica de Balanceamento Astroiônico:

S = P ( Neˉ ) / n

S
1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 1 e A = 2 (hidrogênio, H => n = 1 e Neˉ = 2).

S
2 = 30 x 100³ km (7) / 2 = 105 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Vênus, em relação ao Sol) => Z = 7 (nitrogênio, N => n = 2 e Neˉ = 8) ou A = 7 (lítio, Li). O elemento químico nitrogênio e o lítio são metâmeros entre si.

S
3 = 30 x 100³ km (15) / 3 = 150 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Terra, em relação ao Sol) => Z = 15 (fósforo, P => n = 3 e Neˉ = 18) ou A = 15 (nitrogênio-15, N). O fósforo é metâmero do isótopo 15 do nitrogênio e vice-versa.

S
4 = 30 x 100³ km (32) / 4 = 240 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Marte, em relação ao Sol) => Z = 32 (germânio, Ge) ou A = 32 (enxofre, S). Os elementos enxofre e germânio são isômeros astroatômicos entre si e são isômeros astroatômicos do gás oxigênio (O2 => Z = 8 x 2 = 16, A = 32 e n = 2 x 2 => n = 4 e Neˉ = 32). Neste caso, Z = Neˉ.

S
5 = 30 x 100³ km (61) / 5 = 366 x 100³ km (distância orbitária da zona de asteroides, especialmente do asteroide Vesta, em relação ao Sol) => Z = 61 (promécio, Pm) ou A = 61 (níquel-61, Ni => NiFe) => n = (6 + 4) / 2 => n = 5 e Neˉ = 32 + 18 + 8 = 58 (sendo que este somatório de 32 + 18 + 8 elétrons caracteriza um estado de "continuum" no quinto nível astroquântico).

S
6 = 30 x 100³ km (160) / 6 = 800 x 100³ km (distância orbitária gravitacional do planeta Júpiter, em relação ao Sol) => A = 160 (gadolínio, Gd, Z = 64). De se notar que o európio (Eu, Z = 63) tem A = 151 e 153, enquanto que o térbio (Tb, Z = 65) tem A = 159 e o disprósio (Dy, Z = 66) tem A = 160 a 164, sendo todos da série dos lantanídeos.

S
7 = 30 x 100³ km (337) / 7 = 1.444 x 100³ km (distância orbitária gravitacional do planeta Saturno, em relação ao Sol) => A = 337 (massa de radioplasma da formação do elemento químico brasílio, Bs, Z = 112) sendo que esse número de massa corresponde ao radioplasma associado ao elemento químico roentgênio (Z = 111 e A = 272).

S
8 = 30 x 100³ km (280) / 3 = 2.800 x 100³ km (distância orbitária geral da ressonância entre os corpos celestes Chiron e Urano, em relação ao Sol) => A = 280 (massa metaestável do elemento químico brasílio, Bs, identificado como elemento químico copernício, unúmbio ou ekamercúrio, Z = 112) sendo que esse número de massa é obtido pela correspondência do somatório eletroquântico das sete camadas astroatômicas materiais (ou seja, pelo somatório dos números de cargas elétricas previstas pela fórmula Neˉ = 2n²): 2 + 8 + 18 + 32 + 50 + 72 + 98 = 280.

S
9 = 30 x 100³ km (336) / 2 = 5.040 x 100³ km (distância orbitária geral da ressonância entre os planetas Netuno e Plutão, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Bs, Z = 112).

S
10 = 30 x 100³ km (336) / 1 = 10.080 x 100³ km (distância orbitária geral da ressonância entre os planetas Éris e Sedna, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Bs, Z = 112).

1.4) Equação Sintética de Balanceamento Astroiônico:

S = P ( Z ) / Rn

Onde: S = distância das órbitas gravitacionais dos planetas ao redor do Sol, P = constante da proporcionalidade astroatômica (ou simplesmente constante astroatômica) = 100 . c . s (cem vezes a velocidade da luz, no vácuo, multiplicada por segundo) => P = 30 x 100³ km / s / (s -¹), Z = número atômico a cada nível quântico e Rn = resultante de número quântico de cada camada atômica (é o somatório de número quântico principal, “n”, número quântico secundário, “L = n - 1”, e número quântico spin, “spin = - 0,5 ou + 0,5”; sendo que, quando um orbital está completo um spin anula o outro, mas em um orbital com apenas um elétron o número quântico spin deve ser incluído à resultante. O número quântico magnético se anula nas inversões de espaço-tempo).

Seja o valor do número de elétrons por camada atômica dado pela seguinte fórmula:

Neˉ = 2n²

Logo, cumulativamente, teremos...

n = 1 => Neˉ = 2 => Z = 2 (Z ou A = 2), ou seja, hidrogênio pelo número atômico e hélio pelo número de massa.

n = 2 => Neˉ = 8 => Z = 2 + 8 = 10 (Z ou A = 10), ou seja, neônio pelo número atômico ou boro pelo número de massa.

n = 3 => Neˉ = 18 => Z = 2 + 8 + 18 = 28 (Z ou A = 28), ou seja, níquel pelo número atômico ou silício pelo número de massa.

n = 4 => Neˉ = 32 => Z = 2 + 8 + 18 + 32 = 60 (Z ou A = 60), ou seja, neodímio pelo número atômico ou níquel pelo número de massa.

n = 5 => Neˉ = 50 => Z = 2 + 8 + 18 + 32 + 50 = 110 (Z ou A = 110), ou seja, darmstádio pelo número atômico ou cádmio pelo número de massa. Todavia, a partir deste nível (e dos próximos) quando se considera as diversas combinações e recombinações de íons, a massa atômica é compatível ou aproximada aos valores ponderais de diversas moléculas orgânicas, como aminoácidos, por exemplo, no que se deve levar em conta os orbitais moleculares.

n = 6 => Neˉ = 72 => Z = 2 + 8 + 18 + 32 + 50 + 72 = 182 (Z ou A = 182), ou seja  tungstênio pela massa atômica ou glicose pelo número de massa molecular (M = 180 ≈ 182). O aminoácido tirosina também tem um número de massa molecular muito próximo (M = 181 ≈ 182).

n = 7 => Neˉ = 98 => Z = 2 + 8 + 18 + 32 + 50 + 72 + 98 = 280 (Z ou A = 280), ou seja, brasílio pelo número de massa atômica ou dipeptídios pelo número de massa molar.

Seja a aplicação dos estados quânticos pelo modelo isoeletrônico aos gases nobres...

S
1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 1 e A = 2 (hidrogênio, H => n = 1 => Neˉ = 2).

S
2 = 30 x 100³ km (12) / 3,5 = 103 x 100³ km (distância do planeta Vênus ao Sol) => Z = 12 (magnésio, Mg) ou A = 12 (carbono, C). Deste modo, os elementos químicos magnésio e carbono estão em metameria astroatômica entre si (neste caso o valor semi-inteiro de spin é referente ao carbono, n = 2, por conta de seus orbitais híbridos incompletos, levando em consideração a rotação inversa do planeta Vênus). E a aplicação pela média aritmética do carbono entre os isótopos C-12 e C-13 (ou C-14) é mais exata. Assim, se n = 2 => Neˉ = 8.

S
3 = 30 x 100³ km (28) / 5,6 = 150 x 100³ km (distância do planeta Terra ao Sol) => Z = 28 (níquel, Ni) ou A = 28 (silício, Si => n = 3 => Neˉ = 18). O silício e o níquel são metâmeros entre si. E quando se leva em consideração o número de massa atômica resultante pela média aritmética do composto SiAl (silício e alumínio => A = {28 + 27} / 2 => A = 27,5) então a aplicação se torna muito mais exata.

S
4 = 30 x 100³ km (56) / 7,5 = 224 x 100³ km (distância do planeta Marte ao Sol) => Z = 56 (bário, Ba) ou A = 56 (ferro, Fe => NiFe). O bário e os lantanídeos, em geral, são metâmeros do núcleo NiFe (níquel e ferro => n = 4 => Neˉ = 32) e vice-versa.

S
5 = 30 x 100³ km (110) / 8,5 = 388 x 100³ km (distância da zona de asteroides, em especial entre o planeta Ceres e o asteroide Vesta, em relação ao Sol) => Z = 110 (darmstádio, Ds) ou A = 110 (cádmio, Cd => n = 5 => Neˉ = 110): Aqui começa a proporcionalidade astroatômica orgânica, assim, por exemplo, o aminoácido prolina tem número de massa (M) = 115 e o aminoácido serina tem número de massa (M) = 105.

S
6 = 30 x 100³ km (182) / 7,25 = 753 x 100³ km (distância orbitária gravitacional do planeta Júpiter, em relação ao Sol) => A ≈ 180 (glicose ou o aminoácido tirosina).

S
7 = 30 x 100³ km (280) / 5,75 = 1460 x 100³ km (distância orbitária gravitacional do planeta Saturno, em relação ao Sol) => A = 280 (massa metaestável do elemento químico brasílio, Z = 112, denominado copernício, cuja descoberta foi anunciada em 1996 e, portanto, posteriormente à descrição da Teoria Bioquântica Astroatômica publicada em 1995).

S
8 = 30 x 100³ km (336) / 3,5 = 2880 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planeta Urano, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Z = 112).

S
9 = 30 x 100³ km (336) / 2,25 = 4480 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planeta Netuno, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Z = 112).

S
10 = 30 x 100³ km (336) / 1,75 = 5760 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planeta Plutão, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Z = 112).

2) Equação Astroquântica Integral:

Pela equação astroquântica integral a fórmula analítica corresponde somente à equação astroiônica, enquanto que a fórmula sintética corresponde somente à equação astroatômica.

2.1) Seja a fórmula complexa da função astroquântica:

{ S = P ( Neˉ ) / n }
{ S = P ( Z ) / Rn } => A = Rn . S / P

Onde:

S = P ( Neˉ ) / n = equação astroiônica.

S = P ( Z ) / Rn = equação astroatômica.

2.2) Seja a fórmula simples da função astroquântica:

A = n . S / P =  integração astroquântica.

Logo:

A = Rn . S / P =
ʃ (fx) dx

Donde:

ʃ (fx) dx = A

Onde:

ʃ = integral indefinida (a integração do espaço-tempo pode ocorrer tanto por antiderivada de espaço pela da integral gravitacional, que define o componente corpuscular da complementaridade astroatômica, quanto por antiderivada de tempo pela integral quântica, esta sendo a integral eletromagnética que define o componente ondulatório da complementaridade astroatômica fundamental).
 
A = Área geométrica formada pelo gráfico cartesiano.

(fx) = y (pela ordenada do gráfico cartesiano) = altura. Quando "y" corresponde ao espaço a força é gravitacional; quando "y" corresponde ao tempo a força é eletromagnética.

dx = pequena variação de "x" pela derivada (pelo coeficiente angular da tangente) = base.

n = número quântico principal, correspondente à função de onda (Ψ) radial da equação de Schrödinger.

Rn = Resultante ou somatório dos números quânticos, o que corresponde ao estado quântico, o qual é representado pelas funções de onda (psi) radial e angular da equação de Schrödinger.

BIBLIOGRAFIA

Venturelli, Paiva. – Dinamização in Vivo. Joinville, Editora Letra Médica, 2004.

Venturelli, Paiva. – Teoria Bioquântica Astro-Atômica. Pouso Alegre, Editora Sul das Geraes, 1995.


Dr. Paulo Venturelli


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