Ressonância

Frequência natural (ou frequência de ressonância) de um corpo ou sistema é a frequência inerente de oscilação do mesmo. Porém, pode haver não apenas uma única frequência natural e sim um conjunto de frequências de ressonância, quer dizer, mais de uma frequência natural de vibração própria. Quando um corpo ou sistema apresenta mais de uma frequência natural, tais vibrações são harmônicas entre si, ou seja, estão em valores que são múltiplos da oscilação fundamental. Portanto, quando se aplica a um corpo ou sistema, uma frequência que tenha valor igual ou múltiplo a uma de suas frequências naturais, ambos os sistemas entram em amplitude de ressonância.

1) Equação Astroatômica Analítica: S = P (Neˉ) / n

Donde: n = P (Neˉ) / S => Neˉ = (n . S) / P

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 2 (hélio, He) ou A = 2 (hidrogênio, H, da água pesada). O deutério e o hélio são metâmeros entre si (hidrogênio, H => n = 1).

S2 = 30 x 100³ km (8) / 2 = 120 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Vênus, em relação ao Sol) => Z = 8 (oxigênio, O) ou A = 8 (lítio-8, Li). O elemento químico oxigênio e o lítio-8 são metâmeros entre si (oxigênio, O => n = 2).

S3 = 30 x 100³ km (18) / 3 = 180 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético da Terra, em relação ao Sol) => Z = 18 (argônio, Ar) ou A = 18 (água, H2O). O argônio é metâmero da água e vice-versa (argônio, Ar => n = 3).

S4 = 30 x 100³ km (32) / 4 = 240 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Marte, em relação ao Sol) => Z = 32 (germânio, Ge) ou A = 32 (enxofre, S). Os elementos enxofre e germânio são metâmeros entre si e são metâmeros do gás oxigênio (O2 => A = 32). Pelo germânio, Ge => n = 4.

S5 = 30 x 100³ km (58) / 5 = 348 x 100³ km (distância orbitária da zona de asteroides, em relação ao Sol) => Z = 58 (cério, Ce) ou A = 58 (níquel, Ni e ferro, Fe => NiFe) => n = (6 + 4) / 2 =>n = 5 (cério, Ce, com n = 6 + níquel, Ni, com n = 4 => n = 5).

2) Equação Astroiônica Analítica: S = P (Neˉ) / n

Donde: n = P (Neˉ) / S => Neˉ = (n . S) / P

Sejam, então, as cinco primeiras camadas atômicas em aplicação astroiônica, ou seja, isoeletrônica aos gases nobres…

S
1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 1 e A = 2 (hidrogênio, H => n = 1).

S
2 = 30 x 100³ km (7) / 2 = 105 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Vênus, em relação ao Sol) => Z = 7 (nitrogênio, N => n = 2) ou A = 7 (lítio, Li). O elemento químico nitrogênio e o lítio são metâmeros entre si.

S
3 = 30 x 100³ km (15) / 3 = 150 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Terra, em relação ao Sol) => Z = 15 (fósforo, P => n = 3) ou A = 15 (nitrogênio-15, N). O fósforo é metâmero do isótopo 15 do nitrogênio e vice-versa.

S
4 = 30 x 100³ km (31) / 4 = 232 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Marte, em relação ao Sol) => Z = 31 (gálio, Ga) ou A = 31 (fósforo, P). Os elementos gálio e fósforo são metâmeros entre si (gálio, Ga => n = 4).

S
5 = 30 x 100³ km (70) / 5 = 420 x 100³ km (distância orbitária da zona de asteroides, especialmente do asteroide Ceres, em relação ao Sol) => Z = 70 (itérbio, Yb) ou A = 70 (gálio, Ga) => n = (6 + 4) / 2 => n = 5. Deste modo, o elemento químico itérbio e o gálio são metâmeros entre si, sendo esta isomeria astroatômica um exemplo de ciclomeria, visto que há também a metameria em relação ao promécio com o núcleo NiFe, pela equação astroatômica, bem como a homeomeria em relação aos lantanídeos em geral em ambas as equações analíticas.

3) Equação Astroatômica Sintética: S = P (Z) / Rn

Donde: Rn = P (Z) / S => Z = (Rn . S) / P

S
1 = 30 x 100³ km (2) / 1,0 = 60 x 100³ km (distância do planeta Mercúrio ao Sol) => Z = 2 (hélio, He) ou A = 2 (hidrogênio, H). O hélio e o deutério são metâmeros entre si (hidrogênio, H => n = 1).

S
2 = 30 x 100³ km (10) / 3,0 = 100 x 100³ km (distância do planeta Vênus ao Sol) => Z = 10 (neônio, Ne) ou A = 10 (boro, B). Os elementos químicos neônio e boro estão em metameria astroatômica entre si (neônio, Ne => n = 2).

S
3 = 30 x 100³ km (28) / 5,5 = 152 x 100³ km (distância do planeta Terra ao Sol) => Z = 28 (níquel, Ni) ou A = 28 (silício, Si). O silício é metâmero do níquel e vice-versa (silício, Si => n = 3).

S
4 = 30 x 100³ km (60) / 7,5 = 240 x 100³ km (distância do planeta Marte ao Sol) => Z = 60 (neodímio) ou A = 60 (níquel, Ni ou cobalto, Co). Os lantanídeos, de um modo geral, são metâmeros do núcleo NiFe (níquel e ferro) e vice-versa (níquel e ferro => n = 4).

S
5 = 30 X 100³ km (92) / 8,5 = 325 x 100³ km (distância da zona de asteroides ao Sol) => Z = 92 (urânio, U) ou A = 92 (tecnécio, Tc). E do mesmo modo que no “contínuo quântico analítico” há uma relação de plasma do promécio com o núcleo eletromagnético de níquel-ferro (NiFe) aqui, neste “contínuo quântico sintético”, há uma relação de plasma do tecnécio com o núcleo radioativo de urânio (tecnécio, Tc => n = 5).

4) Equação Astroiônica Sintética: S = P (Z) / Rn

Donde: Rn = P (Z) / S => Z = (Rn . S) / P

Sejam, então, as cinco primeiras camadas atômicas em aplicação astroiônica, ou seja, isoeletrônica aos gases nobres…

S
1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 1 e A = 2 (hidrogênio, H => n = 1).

S
2 = 30 x 100³ km (12) / 3,5 = 103 x 100³ km (distância do planeta Vênus ao Sol) => Z = 12 (magnésio, Mg) ou A = 12 (carbono, C). Deste modo, os elementos químicos magnésio e carbono estão em metameria astroatômica entre si (neste caso o valor semi-inteiro de spin é referente ao carbono, n = 2, por conta de seus orbitais híbridos incompletos, levando em consideração a rotação inversa do planeta Vênus). E a aplicação pela média aritmética do carbono entre os isótopos C-12 e C-13 (ou C-14) é mais exata.

S
3 = 30 x 100³ km (28) / 5,5 = 152 x 100³ km (distância do planeta Terra ao Sol) => Z = 28 (níquel, Ni) ou A = 28 (silício, Si => n = 3). O silício e o níquel são metâmeros entre si. E quando se leva em consideração o número de massa atômica resultante pela média aritmética do composto SiAl (silício e alumínio => A = {28 + 27} / 2 => A = 27,5) então a aplicação se torna muito mais exata.

S
4 = 30 x 100³ km (56) / 7,5 = 224 x 100³ km (distância do planeta Marte ao Sol) => Z = 56 (bário, Ba) ou A = 56 (ferro, Fe => NiFe). O bário e os lantanídeos, em geral, são metâmeros do núcleo NiFe (níquel e ferro => n = 4) e vice-versa.


S5 = 30 x 100³ km (98) / 8,5 = 346 x 100³ km (distância da zona de asteroides, em especial do asteroide Vesta, ao Sol) => Z = 92 (urânio, U) ou A = 92 a 98 (molibdênio, Mo ou tecnécio, Tc => n = 5).


5) Ressonância ortomolecular:

Paracelso, médico e alquimista suíço do século 16, reconheceu que a diferença entre veneno e remédio está na dose, com isso, um remédio em alta dose pode ser um veneno assim como um veneno em dose homeopática pode ser um remédio.

Um grande aforismo da homeopatia, inspirado em Paracelso, diz que “quanto pior o veneno melhor o remédio”, deste modo, então, sejam quatro dos piores venenos oriundos da tabela periódica…

5.1) Elemento químico níquel (Ni, Z = 28 e A = 58 pelo isótopo mais frequente): Princípio sólido ou da terra… (Actea e Hypericum)...

O níquel é o principal alérgeno ou alergênio natural.

No contexto astroatômico homeopático o elemento níquel foi relacionado, na obra da Dinamização in Vivo, à constituição fluórica ou silicata, ao temperamento melancólico ou nervoso e à morfofisiologia halogenoide ou metaloide, de correlação diatésica ao miasma puro do luetismo e correspondência astroatômica à terceira camada atômica… Ne¯ = 18.

a) Remédio homeopático: Niccolum metallicum ou sulphuricum (afecções ortopédicas ou reumatológicas e nervosas de caráter psiquiátrico, além de distúrbios da menopausa e ginecológicos em geral).

b) Minerais ortomoleculares ressonantes: Estrôncio, magnésio, manganês e molibdênio.

c) Vegetais em ressonância clínica: Actea racemosa (reumatismo muscular, dismenorreia, menopausa), Hypericum perforatum ou erva-de-são–joão (depressão nervosa, neurastenia, dores ou neurites e nevralgias, dorsalgias e lumbago, artrose, hérnia de disco).

5.2) Elemento químico mercúrio (Hg, Z = 80 e A = 200): Princípio líquido ou da água (Echinacea e Ginkgo)...

O elemento mercúrio é um metal altamente tóxico.

Embora o mercúrio possa ser entendido como tendo um caráter luético, por ser metálico e ser muito tóxico e, portanto, lesional, ainda assim, sua natureza física nas condições normais de temperatura e pressão (CNTP) ao ser líquida, levou Paracelso a adotá-lo como a representação do princípio líquido, com analogia ao elemento aristotélico da água.

a) Remédio homeopático: Mercurius solubilis ou vivus (doenças infecciosas e nervosas de caráter neurológico, lesões vasculares em geral).

b) Minerais ortomoleculares ressonantes: Bromo (brometo de potássio), zinco e cobre.

c) Vegetais em ressonância clínica: Aesculus hippocastanum (insuficiência venosa, úlceras varicosas, hemorroidas sangrantes), Echinacea angustifolia (quadros sépticos de origem viral ou bacteriana), Ginkgo biloba (labirintopatias ou vestibulopatias, demência senil ou vascular, doença de Alzheimer, mal de Parkinson), Hamamelis (mesmas indicações de Aesculus), Passiflora incarnata (transtornos nervosos).

5.3) Elemento químico arsênio (As, Z = 33 e A = 75): Princípio gasoso ou do ar (Calendula e Hydrastis)...

O elemento arsênio é um poderoso e tradicional veneno, principalmente na forma de arsênico.

O arsênio é metâmero do isótopo 33 do enxofre e, deste modo, ambos os elementos (arsênio e enxofre) apresentam muitas características homeopáticas de contexto astroatômico em comum. E embora Paracelso tenha atribuído ao enxofre o princípio da combustão, o contexto astroatômico estende esse entendimento à fumaça da combustão, ou seja, ao princípio gasoso, visto que na época daquele médico alquimista as propriedades explosivas do urânio não eram conhecidas.

a) Remédios homeopáticos: Metallum album e Sulphur (patologias respiratórias e dermatológicas em alternância ou concomitância, doenças autoimunes que incluam a pele e/ou o aparelho respiratório).

b) Minerais ortomoleculares ressonantes: Germânio e selênio.

c) Vegetais em ressonância clínica: Calendula officinalis (afecções de pele e mucosas) e Hydrastis canadensis ou Goldenseal pelo idioma inglês; “Kali bichromicum vegetal” ou “Pulsatilla ortomolecular” neste contexto de ressonância (Nilo Cairo fala em “Má pele”, ademais de rinite, sinusite, bronquite, otite, conjuntivite e leucorreia; “o Dr. Jousset considera Hydrastis como o melhor remédio do lúpus na forma ulcerosa” – Nilo Cairo).

5.4) Elemento químico urânio (U, Z = 92 e A = 238): Princípio termodinâmico ou do fogo Ginseng e Kava)...

O elemento urânio é deletério por ser sempre radioativo, sendo que seu isótopo 235 é utilizado como explosivo ou produtor de calor em usinas termonucleares.

O urânio passou a ser reconhecidamente associado à liberação de energia térmica, desde a interpretação da fissão nuclear, elaborada por Lise Meitner em 1938.

a) Remédio homeopático: Uranium nitricum ou metallicum (síndrome metabólica).

b) Minerais ortomoleculares ressonantes: Cromo, iodo e vanádio.

c) Vegetais em ressonância clínica: Ginseng (estimulante de bom funcionamento do sistema endócrino) e Kava ou Piper methysticum (equilíbrio neuroendócrino).

6) Energia vital:

A energia vital apresenta uma frequência universal de vibração, correspondente à proporção de ouro da essência universal, com suas respectivas oscilações harmônicas, bem como algumas frequências próprias correspondentes à essência vital planetária, também com suas respectivas vibrações harmônicas.

6.1) Padrões de interferência: Vibrações fora de fase determinam padrões de interferência destrutiva, que correspondem às doenças orgânicas e mentais, na proporção de uma energia dissonante e dissipável, que tende à dispersão irregular, ou seja, limitada pela própria degradação.

6.2) Ressonância vital: Padrões de interferência construtiva ocorrem por oscilações em fase que conferem à essência vital uma energia saudável e bem proporcionada, que tende à disseminação ressonante.


7) Emaranhamento ou entrelaçamento quântico:

 

Sistemas emaranhados ou entrelaçados, ou ainda, intrincados quanticamente poderiam vir a se tornarem também sujeitos à ressonância?

 

Sobre o debate entre Niels Bohr e Albert Einstein, vejamos o que diz o livro O Mistério Quântico (de Andrés Cassinello e José Luis Sánchez Gómez, da editora Planeta-España) com tradução em Português de Sandra Martha Dolinsky pela editora Crítica (de Planeta do Brasil) editado em São Paulo, 2017...

 

"Bohr deu um jeito de sair da encruzilhada. Explicou que duas partículas entrelaçadas não podem ser consideradas dois sistemas separados, e sim um único sistema, que mantém sua unidade por mais longe que estejam as partículas".

 

Mas qual a definição de entrelaçamento?


Pela mesma referência bibliográfica:


"Os estados entrelaçados, porém, são estados de sobreposição que envolvem duas (ou mais) partículas".


E quando ocorre o intrincamento quântico?

 

Seja o que diz o livro O Enigma Quântico (de Bruce Rosenblum e Fred Kuttner, da segunda edição americana por Oxford University Press Inc., de New York, USA) com tradução em Português de George Schlesinger pela editora Zahar do Rio de Janeiro em 2017...

 

"Dois objetos quaisquer que interajam tornam-se emaranhados. Depois disso, o que quer que aconteça com um deles influencia instantaneamente o outro, não importa quão distantes estejam um do outro. Isso tem sido exaustivamente demonstrado com pares de partículas microscópicas, e até mesmo com dispositivos quase macroscópicos. Como objetos emaranhados se emaranham ainda com outros objetos, o emaranhamento torna-se complexo".


E como evolui o entrelaçamento quântico?


Segundo o livro A Física do Século XX de Michel Paty publicado pela editora Ideias e Letras, ocorre o seguinte com os sistemas entrelaçados...


"Esses são 'inseparáveis', 'intrincados', 'emaranhados', solidários em toda a sua evolução ulterior... A cada interação sucessiva corresponde um novo grau de 'emaranhamento' do primeiro sistema com os seguintes... A multiplicidade dos estados 'emaranhados' torna o caráter quântico negligenciável... que fazem o sistema perder sua coerência quântica inicial, a qual estava associada à superposição... O fenômeno da descoerência foi produzido e observado inicialmente em 1996 (nos EUA e na França)... O princípio de base dessas experiências é produzir estados emaranhados em uma situação quântica limite em que os sistemas considerados se situam no domínio 'mesoscópico', intermediário entre o microscópico e o macroscópico"...


E quanto à ressonância?


Michio Kaku em seu livro Física do Impossível se refere ao entrelaçamento quântico como sendo um fenômeno de caráter "uníssono".







 
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