Raios Delta

Estrutura e Função Astroatômica da Água...

1) Disposição Eletrônica da Água:

A molécula de água é formada por dois átomos de hidrogênio, em geral de seu isótopo prótio (Z = 1 e A = 1) e um átomo de oxigênio, em geral de seu isótopo 16 (Z = 8 e A = 16).

Assim, a água é disposta de tal modo que corresponda ao complexo formado pelo átomo de hidrogênio na configuração do gás nobre hélio (Z = 2) com o átomo de oxigênio na configuração do gás nobre neônio (Z = 10) conforme as equações astroastômicas...

1.1) Equação Analítica:

S1 = P (2) / 1 = 60 . 100³ km (proporcionalidade do hélio à distância da órbita magnética de Mercúrio, em relação ao Sol)... Z = 2 (hélio). 

S2 = P (8) / 2 = 120 . 100³ km (proporcionalidade do oxigênio à distância da órbita magnética de Vênus, em relação ao Sol)... Z = 8 (oxigênio).

1.2) Equação Sintética:

S1 = P (2) / 1 = 60 . 100³ km (proporcionalidade do hélio à distância da órbita gravitacional de Mercúrio, ao Sol)... Z = 2 (hélio). 

S2 = P (10) / 3 = 100 . 100³ km (proporcionalidade do neônio à distância da órbita gravitacional de Vênus, ao Sol)... Z = 10 (neônio).

2) Proporcionalidade Aquática Astroatômica:

Desse modo, o átomo de hidrogênio se torna proporcional ao planeta Mercúrio pela equação sintética e o átomo de oxigênio se torna proporcional ao planeta Vênus. Isso é decisivo para as propriedades da água, pois o planeta Vênus tem rotação e translação inversas entre si.

2.1) Equação Analítica:

S1 = P (2) / 1 = 60 . 100³ km (distância da órbita magnética de Mercúrio, ao Sol). 

S2 = P (8) / 2 = 120 . 100³ km (distância da órbita magnética de Vênus, ao Sol).

2.2) Equação Sintética:

S1 = P (2) / 1 = 60 . 100³ km (distância da órbita gravitacional de Mercúrio, ao Sol).   

S2 = P (10) / 3 = 100 . 100³ km (distância da órbita gravitacional de Vênus, ao Sol): Na verdade, este é o valor previsível para a órbita gravitacional média de Vênus, pois o valor astronômico é o da órbita mista, o que ocorre por um pequeno deslocamento (para a escala astronômica) deste corpo celeste no sentido da Terra, empurrado por Mercúrio (S2 = 108 . 100³ km).

No caso da molécula hídrica, o ângulo previsto de 109º 28’ para a “hibridação sp³” sofre redução para 104º 30’.

3) Resultantes dos Números Atômicos (Z) e de Massa (A):

Considerando a estrutura complexa da água, em que suas moléculas apresentam-se unidas por ligações intermoleculares, de pontes de hidrogênio, formando unidades compostas, tem-se...

3.1) Equação Analítica:

S1 = P (2) / 1 = 60 . 100³ km (proporcionalidade do hélio à distância da órbita magnética de Mercúrio, ao Sol). 

S2 = P (8) / 2 = 120 . 100³ km (proporcionalidade do oxigênio à distância da órbita magnética de Vênus, ao Sol).

a) Resultante de Número Atômico (Z) dos Elementos Químicos Hélio e Oxigênio:

Z = 2 + 8 = 10 (neônio). Por metameria astroatômica, A = 10 (boro).

b) Resultante de Número de Massa (A) dos Elementos Químicos Hélio e Oxigênio:

A = 4 + 16 = 20 (neônio). Por metameria astroatômica, Z = 20 (cálcio).

3.2) Equação Sintética:

S1 = P (2) / 1 = 60 . 100³ km (proporcionalidade do hélio à distância da órbita gravitacional de Mercúrio, ao Sol).   

S2 = P (10) / 3 = 100 . 100³ km (proporcionalidade do neônio à distância da órbita gravitacional de Vênus, ao Sol).

a) Resultante de Número Atômico (Z) dos Elementos Químicos Hélio e Neônio:

Z = 2 + 10 = 12 (magnésio). Por metameria astroatômica, A = 12 (carbono).

b) Resultante de Número de Massa (A) dos Elementos Químicos Hélio e Neônio:

A = 4 + 20 = 24 (magnésio). Por metameria astroatômica, Z = 24 (cromo).

3.3) Analogia de Absorção:

Assim como o magnésio é componente estrutural e funcional da clorofila, a qual assimila fótons, de modo análogo, a água é componente estrutural e funcional de todas as células, as quais assimilam biofótons.

4) Princípio Vital (ápeiron):

A água admite grandes flexões e extensões relativas ao ângulo vital e assim é a base molecular da vida, porém, o nitrogênio é o mediador desse dinamismo ao carbono, de modo que a memória da água seja transmitida pelas bases nitrogenadas

4.1) Grandezas do Universo:

Quatro são as grandezas universais no estudo das ciências físicas, químicas e biológicas, a saber, a massa, o espaço, o tempo e o princípio vital.

4.2) Definições das Grandezas Universais:

a) Massa:

No contexto relativístico em que massa e energia são equivalentes, a conceituação astroatômica de massa vem a ser o fenômeno dotado de uma força intrínseca definida pela inércia e de uma força extrínseca definida pelo peso. Quer dizer, massa é a entidade física ou química que tem peso e inércia. Sendo que matéria é a propriedade qualitativa da massa, assim como massa é a propriedade quantitativa da matéria.

b) Espaço:

O espaço define a estrutura tridimensional da matéria, sendo pois, o estado estrutural da energia, a estruturação da energia.

c) Tempo:

O tempo define a função antidimensional da matéria, assim sendo, a funcionalidade da energia, o estado funcional da energia.

d) Princípio Vital:

O ápeiron define a metadimensão da energia. Isto significa que é o princípio do equilíbrio dinâmico entre matéria e antimatéria.

5) Raios Delta: Biofótons...

O eletromagnetismo é constituído por fótons, assim como o deltamagnetismo é constituído por biofótons. Portanto, o biofóton está para a radiação deltamagnética, assim como o fóton está para a radiação eletromagnética.

Biofóton é a unidade de complementaridade ondulatória e particular da vida.

5.1) Equação Astroatômica Deltamagnética Geral:

Δ = Cx (H2O)y + N

Onde:

Δ = atividade deltamagnética; Cx = átomos do elemento químico carbono com índice variável (o símbolo “x” é a variável); (H2O)y = moléculas de água com índice variável (o símbolo “y” é a variável); N = número de átomos do elemento químico nitrogênio, a princípio, e posteriormente número de átomos de fósforo ou enxofre.

Sejam algumas das propriedades astroatômicas radioativas dos fatores elementares (C e N):

Raios cósmicos, em geral, os quais expressam por si próprios, muitos dos fundamentos físicos, químicos e biológicos das equações astroatômicas, exercem a propriedade de converter nitrogênio em carbono, enquanto que nos organismos vivos esse carbono se converte em nitrogênio, o que caracteriza uma reação reversível, típica dos estados de equilíbrio dinâmico, neste caso, genuinamente astroatômico:

7N14 6C14

Portanto, desde que se leve em conta o fato do carbono 14 (C-14) ser ou estar necessariamente presente nos organismos vivos, a fórmula dos carboidratos já expressa a atividade vital, conforme descrição da Teoria Bioquântica Astroatômica (Paiva Venturelli, 1995).

Isso como a seguir:

Δ = Cx (H2O)y + N => Δ =  (6C14)x (H2O)y

Ou ainda, simplificadamente, pela dedução do espaço-tempo no balanceamento da equação, pelo princípio da incerteza, podendo escrever a seguinte equação:

Δ =  6C14 (H2O)

Ou mais simplificadamente ainda, pela incerteza absoluta, a equação a seguir:

Δ = C (H2O)

Onde:

Δ = atividade deltamagnética.

(6C14)x = isótopos 14 do elemento químico carbono com índice variável (o símbolo “x” é o índice variável).

C = elemento químico carbono.

(H2O)y = moléculas de água com índice variável (o símbolo “y” é o índice variável).

H2O = água.

5.2) Fórmula Deltamagnética Universal:

Tomando-se a termo o equilíbrio dinâmico entre o carbono e o nitrogênio, os desvios para um e outro sentido ocorrem segundo os raios cósmicos, pela equação astroatômica delta geral:

a) Reação em equilíbrio entre nêutrons e prótons: n p

7N14 6C14

b) Equação delta:

Δ = C (H2O) + N => Δ = 7N14 6C14 (H2O)

Donde:

Δ = C (H2O)

5.3) Classificação astroatômica radioativa:

Seja a equação delta astroatômica...

Δ = 7N14 6C14 (H2O)

a) Raios alfa:

Os raios alfa estão representados pelo núcleo do gás hélio da configuração eletrônica e bariônica do contexto astroatômico da água.

b) Raios beta:

A tautomeria astroatômica entre o nitrogênio e o carbono representa os raios beta.

c) Raios gama:

Os raios gama se representam pelas reações nucleares paralelas às dos raios alfa e beta.

d) Raios delta:

São os biofótns que podem ser representados pela equação delta.

6) Equação Astroatômica Delta Analítica: Δ = C (H2O) + P

Levando-se em conta que o carbono deltamagnético ativo está em equilíbrio dinâmico astroatômico com o nitrogênio, a equação astroatômica delta pode ser expressa com o nitrogênio implícito, desde que se admita que o carbono esteja representado por seu isótopo 14, o C-14.

Mas neste caso, em substituição ao nitrogênio aparece o elemento químico equivalente ao somatório dos números atômicos restantes...

(C = 6) + (H = 1) + (O = 8) => Z = 15 (fósforo, P).

Do mesmo modo para o somatório das massas atômicas:

(C = 14) + (H = 1) + (O = 16) = 31 u.m.a. => A = 31 (fósforo, P).

Logo, a expressão da equação delta astroatômica analítica será:

Dm = Cx (H2O)y + P

Isso está de acordo com o estudo funcional (analítico) dos organismos vivos, visto que o fósforo é componente das moléculas genéticas (ácidos nucléicos) e das moléculas energéticas (difosfato e trifosfato de adenosina).

Em sendo assim, essa equação astroatômica delta (analítica) estará vinculada às atividades deltamagnéticas de replicação e transcrição, além de metabolização.

A relação citoastroatômica da equação delta analítica é morular, pois o fósforo possui 31 núcleons assim como a mórula possui menos que 32 células estaminais embrionárias.

7) Equação Astroatômica Delta Sintética: Δ = C (H2O) + S

Quanto se avalia o C-14 com a molécula de água íntegra, sem desdobramento, o elemento que substitui o nitrogênio deve ser inserido a partir do somatório da massa atômica do isótopo 14 do carbono e da massa molecular da água...

(C = 14) + (H2O = 18) = 32 u.m.a. => A = 32 (enxofre, S).

Logo, a expressão da equação delta astroatômica sintética será:

Dm = Cx (H2O)y + S

Isso está muito de acordo com o estudo estrutural (sintético) dos organismos vivos, uma vez que o enxofre é componente de importantes moléculas protéicas e vitamínicas. Esta, portanto, é a equação astroatômica deltamagnética sintética.

Desse modo, a equação astroatômica delta sintética estará vinculada às atividades deltamagnéticas de tradução e trofismo.

A relação citoastroatômica da equação delta sintética é blastocística, pois o enxofre possui 32 núcleons (ou mais, no caso de isótopos mais pesados) assim como o blastocisto possui a partir de 32 células estaminais embrionárias.

8) Classificação da Atividade Biológica pelos Átomos de Hidrogênio (para a definição de bionêutrons vide a obra da Dinamização in Vivo, Paiva Venturelli, 2004):

A água é componente estrutural e funcional de todas as preparações homeopáticas...

8.1) Monotério (atividade microbiológica, praticamente nenhum nêutron, desvio necrógiro): ¹H, aproveitamento e reaproveitamento de bionêutrons ou captação passiva de bionêutrons.

H - O - H

Descrição pela disposição astroatômica da água com suas resultantes dos números atômicos (Z) e números de massa (A)...

(¹H + ¹H) + O = H2O; Z = 10 e A = 18 => A / Z = 1,8 < 2 (relação menor que dois resulta em indução metanuclear necrógira).

8.2) Deutério (atividade vegetal, um nêutron, desvio biógiro): ²H, captação passiva e ativa de bionêutrons.

H - O - H - O

Seja um único deutério (e um monotério)...

(¹H + ²H) + O = H2O; Z = 10 e A = 19 => A / Z = 1,9 < 2 (relação aproximadamente igual a dois implica em indução metanuclear biógira).

8.3) Antideutério ou mesodeutério (atividade animal, dois nêutrons, desvio mesógiro): ²H \ ²H, captação passiva e ativa de bionêutrons e de antibionêutrons.

O - H - O - H

Sejam dois deutérios (ou um deutério e um antideutério)...

(²H + ²H) + O = H2O; Z = 10 e A = 20 => A / Z = 2 (proporção igual a dois resulta em indução metanuclear mesógira).

8.4) Tritério (atividade racional, três nêutrons, desvio apeironógiro): ²H \ ³H, captação passiva e ativa de bionêutrons, de antibionêntrons e mais a captação complexa de bionênutrons.

O - H - O - H - O

Seja um único tritério (e um deutério)...

(²H + ³H) + O = H2O; Z = 10 e A = 21 => A / Z = 2,1 > 2 (razão maior que dois confere uma indução metanuclear apeironógira).

8.5) Antitritério (atividade curativa, quatro nêutrons, desvio taógiro): ³H \ ³H, captação complexa de bionêutrons e antibionêutrons.

Sejam dois tritérios (ou um tritério e um antitritério)...

(³H + ³H) + O = H2O; Z = 10 e A = 22 => A / Z = 2,2 > 2 (razões e proporções maiores que dois integram resultantes metanucleares curativas).

9) Células-tronco:

Célula-tronco é o tipo de célula indiferenciada que pode se diferenciar e formar os diversos tecidos do organismo, tendo também a capacidade de auto-replicação, isto é, da geração de cópias idênticas à célula original. Tais células estaminais podem ser totipotentes, pluripotentes ou multipotentes, oligopotentes e unipotentes.

Essas unidades, se totipotentes, ocorrem no desenvolvimento do embrião até 32 células, que é o valor correspondente à mórula. A partir de 32 células há o blastocisto, em que as células-tronco são unidades pluripotentes e estão na massa celular interna, a qual recebe o nome de embrioblasto e pode ser considerado o núcleo do embrião.

9.1) Células Estaminais Totipotentes: São capazes de se transformarem em qualquer tipo de célula específica...

São encontradas no embrião na fase de “mórula”, quer dizer, quando o mesmo apresenta até 32 células, o que ocorre após o 3º dia de gestação.

OBSERVAÇÕES:

a) Dados: Os dados sobre o número de células-tronco, por fase de desenvolvimento embrionário, foram extraídos a partir do texto de Mayana Zatz no Jornal do Cremerj nº 165. – Rio de Janeiro, Ediouro, 2004. Página 14 (o Jornal do Cremerj é uma publicação do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro – Cremerj ou CRM-RJ).

b) Referências: A referida cientista, Mayana Zatz, não faz menção às equações astroatômicas ou à relação citoastroatômica, sendo esta referência bibliográfica exclusivamente sobre o número de células estaminais por fase ontogenética.

c) Dias ontogenéticos: O 3º dia equivale à 3ª camada astroatômica, que pela equação sintética corresponde a 28 elétrons, enquanto o 4º dia ontogênico equivale à 4ª camada astroatômica, que pela equação analítica corresponde a 32 elétrons.

9.2) Células-tronco Pluripotentes ou Multipotentes: São parcialmente indiferenciadas e só não são capazes de se diferenciar em placenta e anexos embrionários...

São encontradas no blastocisto, quer dizer, na fase embrionária a partir de 32 células, o que ocorre após o 4º dia de gestação (Zatz, Mayana. – Jornal do Cremerj nº 165. Rio de Janeiro, Ediouro, 2004. Página 14). O 5º dia de gestação equivale à 5ª camada astroatômica, o que pela equação analítica corresponde a valores a partir de 32 elétrons.

9.3) Células Estaminais Oligopotentes: Têm a capacidade se diferenciarem em alguns poucos tecidos específicos...

São típicas de órgãos com grande poder de regeneração, a exemplo do fígado e da medula óssea na hematopoiese.

9.4) Células Estaminais Unipotentes: Apenas podem se tornar diferenciadas no tecido específico a que se referem...

São células-tronco em tecidos de órgãos com pouca capacidade auto-regenerativa, sendo especial o caso das gônadas, em que a renovação tem caráter avançado, pois a espermatogônia e ovogônia também são células estaminais, assim, a produção de espermatozóides e ovócitos (espermatogênese e oogênese) que começa no embrião, prossegue durante a vida adulta.

9.5) Números Mágicos:

“... Uma comparação mais cuidadosa das estabilidades levou a conclusão que: ‘são muito estáveis os núcleos que possuem números de prótons e / ou nêutrons iguais a 2, 8, 20, 50, 82 e 126’. Esses números passaram a ser chamados de NÚMEROS MÁGICOS...” (Feltre, R. Yoshinaga, S. – Química. São Paulo, Editora Moderna, 1980 2v).

OBSERVAÇÃO:

A relação completa dos números mágicos nucleares é: 2, 8, 20, 28, 50, 82 e 126 (Sears, Zemansky, Young e Freedman. – Física IV. SP, Pearson Education do Brasil, 2009).

“... Nesta altura os cientistas Mayer e Jensen fizeram a seguinte analogia: Nas camadas atômicas, existem ‘números mágicos’ de elétrons; são os números 2, 10, 18, 36, 54 e 86, que completam as camadas eletrônicas dos gases nobres, conhecidos por suas estabilidades químicas. Se nos núcleos atômicos também aparecem ‘números mágicos’, é porque o núcleo também apresenta uma ‘estrutura em camadas’...” (Feltre e Yoshinaga, 1980).

Percebe-se que há uma correlação funcional importante entre o número de prótons e o número de nêutrons, a ponto de justificar uma analogia de ambos, ao número de elétrons nas camadas atômicas, assim, o número de bárions (prótons e nêutrons) está conexo (em estrutura) à função dos átomos. Além disso, a contagem do número de elétrons nas camadas (Ne-), dos números mágicos e do número de células-tronco (CT) embrionárias nos níveis temporais, tal contagem mostra que há a correspondência entre esses valores, que é descrita a seguir...

a) Números de Elétrons nas Camadas Atômicas:

1ª Camada: 2 = número mágico nuclear.

2ª Camada: 8 = número mágico nuclear.

3ª Camada (sintética): 28 = número mágico nuclear.

4ª Camada: 32 (o número mágico eletrosférico é 36).

5ª Camada (analítica): 50 = número mágico nuclear.

b) Números de Células-tronco Embrionárias:

1º Dia (Zigoto): 2 = número mágico nuclear.

2º Dia (Blastômeros): 8 = número mágico nuclear.

3º Dia (Mórula): 28 = número mágico nuclear.

4º Dia (Blastocisto): 50 = número mágico nuclear.

5º Dia (Trofoblasto): 82 = número mágico nuclear.

9.6) Consolidado das Células-tronco:

Pela descrição de Mayana Zatz, a mórula ocorre no 3º dia ontogênico, em que o embrião tem menos de 32 células; enquanto que o blastocisto ocorre após o 4º dia, a partir de 32 células.

Contudo, o blastocisto evolui até 140 células, em relação à massa celular interna de 32 células, sendo que este embrioblasto é multipotente e as demais células constituem o trofoblasto e são células-tronco embrionárias oligopotentes.

Assim, todas as unidades da mórula são células-tronco totipotentes, entretanto, no caso do blastocisto, apenas as unidades da massa celular interna (embrioblasto) são células estaminais pluripotentes.

Portanto, o consolidado citológico embrionário, por nível temporal, será aquele descrito acima, por cada dia, o qual satisfaz aos números mágicos nucleares

Os chamados números mágicos são importantes porque definem a estrutura nuclear em camadas de massa (no caso da contagem de bárions), determinam a estabilidade dos gases nobres (no caso da contagem de elétrons) e estabelecem a correspondência da estrutura em camadas das células-tronco embrionárias.




 
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