Resumo das Equações Astroatômicas e Astroiônicas

Equação astroquântica universal é a função matemática que trata as fórmulas matemáticas analítica e sintética, do contexto astroatômico, como equações astroatômicas e astroiônicas de balanceamento e como equação astroquântica integral...

{ S = P ( Neˉ ) / n } ↔ { S = P ( Z ) / Rn } => A = n . S / P

Onde:

S = distância das órbitas gravitacionais ou magnéticas dos planetas ao redor do Sol (essas órbitas planetárias relativas ao Sol levam em conta que a posição do centro de massa solar varia, pelo movimento orbitário do próprio Sol); P = constante de proporcionalidade astroatômica (P = 100 c . s) = 100 (300 x 10³ km / s / s -¹); Neˉ = número máximo de elétrons de cada camada atômica = 2n²; n = número quântico principal; Z = número atômico do elemento químico cujo íon tenha configuração de gás nobre (tal que Neˉ assuma a progressão em 2, 8, 18, 32 e 32 + 18 + 8 ou 2); Rn = resultante de número quântico, o que na função analítica é igual a n => Rn = n; A = número de massa atômica.

OBSERVAÇÕES:

OBS. a) As equações astroatômicas se aplicam até cinco camadas atômicas, enquanto que as equações astroiônicas se aplicam até dez estados quânticos (considerando que cada estado quântico seja uma resultante energética entre nível e subnível quântico, enquanto que camada atômica seja apenas a expressão do nível quântico).

OBS. b) Os fragmentos da fissão nuclear do urânio são revelados pela equação astroatômica analítica e o próprio elemento químico urânio aparece na equação astroatômica sintética, mas como as reações de fissão espontânea são raras na natureza do planeta Terra, assim sendo, as equações que tratam das reações nucleares de decaimento natural é que recebem o título de equações de balanceamento.

1) Equação Astroatômica de Balanceamento Analítico:

Seja a expressão matemática da equação analítica de balanceamento astroatômico...

S = P (Neˉ) / n

Onde: S = distância das órbitas magnéticas dos planetas ao Sol, P = constante astroatômica (P = 100 . c . s), Neˉ = 2n² => Neˉ = número máximo de elétrons da camada atômica e n = número quântico principal.

Admite-se que à medida que o número quântico principal, “n”, cresce, a diferença de energia entre um e outro estado quântico diminui, tendendo a um “continuum”; pois bem, tomando-se assim os três últimos níveis quânticos, como um “continuum”, tem-se que o somatório de elétrons desse continuum será: Neˉ = 32 + 18 + 2 = 52 (valor de continuum saturado) ou 32 + 18 + 8 = 58 elétrons (valor de continuum supersaturado).

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 2 (hélio, He) ou A = 2 (hidrogênio, H).

S2 = 30 x 100³ km (8) / 2 = 120 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Vênus, em relação ao Sol) => Z = 8 (oxigênio, O) ou A = 8 (lítio, Li).

S3 = 30 x 100³ km (18) / 3 = 180 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético da Terra, em relação ao Sol) => Z = 18 (argônio, Ar) ou A = 18 (água, H2O).

S4 = 30 x 100³ km (32) / 4 = 240 x 100³ km (distância orbitária do campo magnético de Marte, em relação ao Sol) => Z = 32 (germânio, Ge) ou A = 32 (enxofre, S).

S5 = 30 x 100³ km (50 a 58) / 5 = 300 x 100³ km a 348 x 100³ km (distância orbitária da zona de asteroides, em relação ao Sol) => Z = 50 (estanho, Sn) ou A = 50 (titânio, Ti) até Z = 58 (cério, Ce) ou A = 58 (níquel e ferro, NiFe).

2) Equação Astroatômica de Balanceamento Sintético:

Seja a expressão matemática da equação sintética de balanceamento astroatômico...

S = P ( Z ) / Rn

Onde: S = distância das órbitas gravitacionais dos planetas ao redor do Sol, P = constante da proporcionalidade astroatômica (ou simplesmente constante astroatômica) = 100 . c . s (cem vezes a velocidade da luz, no vácuo, multiplicada por segundo) => P = 30 x 100³ km / s / (s -¹), Z = número atômico a cada nível quântico e Rn = resultante de número quântico de cada camada atômica (é o somatório de número quântico principal, “n”, número quântico secundário, “L = n - 1”, e número quântico spin, “spin = - 0,5 ou + 0,5”; sendo que, quando um orbital está completo um spin anula o outro, mas em um orbital com apenas um elétron o número quântico spin deve ser incluído à resultante. O número quântico magnético se anula nas inversões de espaço-tempo).

a) Números Quânticos e Números Atômicos:

Cada número atômico (Z) na equação astroatômica sintética é obtido de acordo com a síntese entre os números máximos de elétrons (Neˉ) em cada camada atômica (2; 2 + 8 = 10; 10 + 18 = 28; 28 + 32 = 60; 60 + 32 = 92) e na resultante de número quântico é considerado o somatório do número quântico principal (n) com o número quântico secundário (L) e com o número quântico spin (ms) sendo que em orbital de dois elétrons, um deles terá número quântico spin “ms” = + 0,5 e o outro elétron terá um valor de “ms” = - 0,5.

b) Estado Continuum:

32 + 18 + (2 a 8) elétrons (mais 60 elétrons das camadas anteriores), Z = 112 a 118 (elemento químico brasílio descrito por este autor na Teoria Bioquântica Astroatômica (obra registrada na Biblioteca Nacional do Brasil em 1994 e 1995) ou A = 112 a 118 (cádmio – Cd, índio – In, além de estanho – Sn).

Este estado de “quantum continuum” pode ser definido com o nome de “núcleo tupi”, pois o número atômico tem um valor a partir de Z = 112 (elemento químico brasílio, Bs => A = 280 a 336) e um valor médio ponderal de A = 115 (o número de massa do isótopo radioativo do elemento químico índio, In => Z = 49).

Sejam, então, as cinco primeiras camadas atômicas:

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1,0 = 60 x 100³ km (distância do planeta Mercúrio ao Sol) => Z = 2 (hélio, He) ou A = 2 (hidrogênio, H).

S2 = 30 x 100³ km (10) / 3,0 = 100 x 100³ km (distância do planeta Vênus ao Sol) => Z = 10 (neônio, Ne) ou A = 10 (boro, B).

S3 = 30 x 100³ km (28) / 5,5 = 152 x 100³ km (distância do planeta Terra ao Sol) => Z = 28 (níquel, Ni) ou A = 28 (silício, Si).

S4 = 30 x 100³ km (60) / 7,5 = 240 x 100³ km (distância do planeta Marte ao Sol) => Z = 60 (neodímio) ou A = 60 (níquel, Ni ou cobalto, Co).

S5 = 30 x 100³ km (112) / 8,5 = 395 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planetoide Ceres ao Sol) => Z = 112 (brasílio, Bs => A = 336).

3) Equação Analítica de Balanceamento Astroiônico:

Seja a expressão matemática da equação astroiônica de balanceamento analítico...

S = P ( Neˉ ) / n

Sejam, então, os dez estados astroquânticos pela equação analítica:

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 1 e A = 2 (hidrogênio, H => n = 1 e Neˉ = 2).

S2 = 30 x 100³ km (7) / 2 = 105 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Vênus, em relação ao Sol) => Z = 7 (nitrogênio, N => n = 2 e Neˉ = 8) ou A = 7 (lítio, Li). O elemento químico nitrogênio e o lítio são metâmeros entre si.

S3 = 30 x 100³ km (15) / 3 = 150 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Terra, em relação ao Sol) => Z = 15 (fósforo, P => n = 3 e Neˉ = 18) ou A = 15 (nitrogênio-15, N). O fósforo é metâmero do isótopo 15 do nitrogênio e vice-versa.

S4 = 30 x 100³ km (32) / 4 = 240 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Marte, em relação ao Sol) => Z = 32 (germânio, Ge) ou A = 32 (enxofre, S). Os elementos enxofre e germânio são isômeros astroatômicos entre si e são isômeros astroatômicos do gás oxigênio (O2 => Z = 8 x 2 = 16, A = 32 e n = 2 x 2 => n = 4 e Neˉ = 32). Neste caso, Z = Neˉ.

S5 = 30 x 100³ km (61) / 5 = 366 x 100³ km (distância orbitária da zona de asteroides, especialmente do asteroide Vesta, em relação ao Sol) => Z = 61 (promécio, Pm) ou A = 61 (níquel-61, Ni => NiFe) => n = (6 + 4) / 2 => n = 5 e Neˉ = 32 + 18 + 8 = 58 (sendo que este somatório de 32 + 18 + 8 elétrons caracteriza um estado de "continuum" no quinto nível astroquântico).

S6 = 30 x 100³ km (160) / 6 = 800 x 100³ km (distância orbitária gravitacional do planeta Júpiter, em relação ao Sol) => A = 160 (gadolínio, Gd, Z = 64). De se notar que o európio (Eu, Z = 63) tem A = 151 e 153, enquanto que o térbio (Tb, Z = 65) tem A = 159 e o disprósio (Dy, Z = 66) tem A = 160 a 164, sendo todos da série dos lantanídeos.

S7 = 30 x 100³ km (337) / 7 = 1.444 x 100³ km (distância orbitária gravitacional do planeta Saturno, em relação ao Sol) => A = 337 (massa de radioplasma da formação do elemento químico brasílio, Bs, Z = 112) sendo que esse número de massa corresponde ao radioplasma associado ao elemento químico roentgênio (Z = 111 e A = 272).

S8 = 30 x 100³ km (280) / 3 = 2.800 x 100³ km (distância orbitária geral da ressonância entre os corpos celestes Chiron e Urano, em relação ao Sol) => A = 280 (massa metaestável do elemento químico brasílio, Bs, identificado como elemento químico copernício, unúmbio ou ekamercúrio, Z = 112) sendo que esse número de massa é obtido pela correspondência do somatório eletroquântico das sete camadas astroatômicas materiais (ou seja, pelo somatório dos números de cargas elétricas previstas pela fórmula Neˉ = 2n²): 2 + 8 + 18 + 32 + 50 + 72 + 98 = 280.

S9 = 30 x 100³ km (336) / 2 = 5.040 x 100³ km (distância orbitária geral da ressonância entre os planetas Netuno e Plutão, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Bs, Z = 112).

S10 = 30 x 100³ km (336) / 1 = 10.080 x 100³ km (distância orbitária geral da ressonância entre os planetas Éris e Sedna, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Bs, Z = 112).

4) Equação Sintética de Balanceamento Astroiônico:

Seja a expressão matemática da equação astroiônica de balanceamento sintético...

S = P ( Z ) / Rn

Seja a aplicação dos dez estados astroquânticos seguindo o modelo isoeletrônico aos gases nobres, pela equação sintética:

S1 = 30 x 100³ km (2) / 1 = 60 x 100³ km (distância orbitária geral do planeta Mercúrio, em relação ao Sol) => Z = 1 e A = 2 (hidrogênio, H => n = 1 => Neˉ = 2).

S2 = 30 x 100³ km (12) / 3,5 = 103 x 100³ km (distância do planeta Vênus ao Sol) => Z = 12 (magnésio, Mg) ou A = 12 (carbono, C). Deste modo, os elementos químicos magnésio e carbono estão em metameria astroatômica entre si (neste caso o valor semi-inteiro de spin é referente ao carbono, n = 2, por conta de seus orbitais híbridos incompletos, levando em consideração a rotação inversa do planeta Vênus). E a aplicação pela média aritmética do carbono entre os isótopos C-12 e C-13 (ou C-14) é mais exata. Assim, se n = 2 => Neˉ = 8.

S3 = 30 x 100³ km (28) / 5,6 = 150 x 100³ km (distância do planeta Terra ao Sol) => Z = 28 (níquel, Ni) ou A = 28 (silício, Si => n = 3 => Neˉ = 18). O silício e o níquel são metâmeros entre si. E quando se leva em consideração o número de massa atômica resultante pela média aritmética do composto SiAl (silício e alumínio => A = {28 + 27} / 2 => A = 27,5) então a aplicação se torna muito mais exata.

S4 = 30 x 100³ km (56) / 7,5 = 224 x 100³ km (distância do planeta Marte ao Sol) => Z = 56 (bário, Ba) ou A = 56 (ferro, Fe => NiFe). O bário e os lantanídeos, em geral, são metâmeros do núcleo NiFe (níquel e ferro => n = 4 => Neˉ = 32) e vice-versa.

S5 = 30 x 100³ km (110) / 8,5 = 388 x 100³ km (distância da zona de asteroides, em especial entre o planeta Ceres e o asteroide Vesta, em relação ao Sol) => Z = 110 (darmstádio, Ds) ou A = 110 (cádmio, Cd => n = 5 => Neˉ = 110): Aqui começa a proporcionalidade astroatômica orgânica, assim, por exemplo, o aminoácido prolina tem número de massa (M) = 115 e o aminoácido serina tem número de massa (M) = 105.

S6 = 30 x 100³ km (182) / 7,25 = 753 x 100³ km (distância orbitária gravitacional do planeta Júpiter, em relação ao Sol) => A ≈ 180 (glicose ou o aminoácido tirosina).

S7 = 30 x 100³ km (280) / 5,75 = 1460 x 100³ km (distância orbitária gravitacional do planeta Saturno, em relação ao Sol) => A = 280 (massa metaestável do elemento químico brasílio, Z = 112, denominado copernício, cuja descoberta foi anunciada em 1996 e, portanto, posteriormente à descrição da Teoria Bioquântica Astroatômica publicada em 1995).

S8 = 30 x 100³ km (336) / 3,5 = 2880 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planeta Urano, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Z = 112).

S9 = 30 x 100³ km (336) / 2,25 = 4480 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planeta Netuno, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Z = 112).

S10 = 30 x 100³ km (336) / 1,75 = 5760 x 100³ km (distância da órbita gravitacional do planeta Plutão, em relação ao Sol) => A = 336 (massa de radioplasma do elemento químico brasílio, Z = 112).





 
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